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	<title>Comentários sobre: Mentes artificiais, consciência e outros delírios</title>
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	<description>As desventuras de um casal nérdico</description>
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		<title>Por: Edson</title>
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		<dc:creator>Edson</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 18:46:01 +0000</pubDate>
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		<description>Pra um ser vivo, ele pode não saber o que rege o mundo ao redor dele. Deste modo a partir da visão de um vírus, 0 e 1 pode não significar nada tanto quanto para um homem da caverna a teoria da relatividade não significava nada. O conhecimento quanto as leis que regem nosso universo não estão diretamente ligados ao status de vida, mas sim, ele tem um universo bem mais restrito. =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pra um ser vivo, ele pode não saber o que rege o mundo ao redor dele. Deste modo a partir da visão de um vírus, 0 e 1 pode não significar nada tanto quanto para um homem da caverna a teoria da relatividade não significava nada. O conhecimento quanto as leis que regem nosso universo não estão diretamente ligados ao status de vida, mas sim, ele tem um universo bem mais restrito. =)</p>
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		<title>Por: Julio Sereno</title>
		<link>http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/877/comment-page-1#comment-18618</link>
		<dc:creator>Julio Sereno</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 17:57:25 +0000</pubDate>
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		<description>O que é uma máquina viva?
Os conceitos que usam são restritivos e pouco habituais em que usa a informática como ferramenta.
A vida deve ou não ter uma ligação filosófica à realidade?
Um vírus é uma máquina viva mais sofisticada que o vosso computador porque consegue usar moléculas como informação num universo não binário de codificação.
Espero que o conceito de maquina e vida se usados no mesmo contexto sejam revistos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que é uma máquina viva?<br />
Os conceitos que usam são restritivos e pouco habituais em que usa a informática como ferramenta.<br />
A vida deve ou não ter uma ligação filosófica à realidade?<br />
Um vírus é uma máquina viva mais sofisticada que o vosso computador porque consegue usar moléculas como informação num universo não binário de codificação.<br />
Espero que o conceito de maquina e vida se usados no mesmo contexto sejam revistos!</p>
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		<title>Por: Tchelo</title>
		<link>http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/877/comment-page-1#comment-1420</link>
		<dc:creator>Tchelo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 15:03:06 +0000</pubDate>
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		<description>Imagine a bagunça que seria uma mente antiga transplantada em um novo corpo. A &quot;auto-imagem&quot;, a maneira como nós nos imaginamos, ficaria totalmente bugada.

Adorei o post...me fez imaginar um futuro bizarro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine a bagunça que seria uma mente antiga transplantada em um novo corpo. A &#8220;auto-imagem&#8221;, a maneira como nós nos imaginamos, ficaria totalmente bugada.</p>
<p>Adorei o post&#8230;me fez imaginar um futuro bizarro.</p>
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		<title>Por: Edson</title>
		<link>http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/877/comment-page-1#comment-1405</link>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 22:54:08 +0000</pubDate>
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		<description>Muito legal seu comentario Diego.
É de fato daríamos muito trabalho aos filósofos e sociólogs ^^</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito legal seu comentario Diego.<br />
É de fato daríamos muito trabalho aos filósofos e sociólogs ^^</p>
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		<title>Por: Diego</title>
		<link>http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/877/comment-page-1#comment-1404</link>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 22:46:48 +0000</pubDate>
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		<description>A graça da Biologia é que não é uma ciência exata, de definições imutáveis, exatamente por estudar um fenômeno muito complexo: a vida. Definir vida não é fácil, por mais que alguns seres sejam mais obviamente &quot;vivos&quot; do que outros. 

Mas eu fico com o clássico: metabolismo, crescimento, reprodução (ou ser o resultado de uma reprodução biológica, no caso de seres estéreis), e responder a estímulos. Isso serve tanto para os organismos daqui da Terra quanto de qualquer outro lugar em que possa haver vida.

Você pode considerar os vírus como seres vivos quando fala sobre capacidade de evoluir ou responder a certos estímulos químicos, mas eu pessoalmente acharia mais justo se fossem considerados &quot;quase-vivos&quot; ^^ Apresentam algumas características dos seres vivos (que são muito mais complexos que um vírus, desde a bactéria procarionte mais simples), mas são inertes fora das células alheias. 

E quanto a consciência artificial, isso é complicado. Justamente por envolver não só questões éticas para as quais temos respostas prontas, mas por envolver questões que ainda nem sabemos responder. Nossa consciência é o resultado de um cérebro desenhado para esse nosso corpo. Todos os estímulos orgânicos que recebemos contribuem para o desenvolvimento da nossa inteligência, e posteriormente da consciência de nós mesmos. 

Mas essa nossa consciência ainda é guiada para objetivos incrustados em nosso passado irracional. Até mesmo nossas emoções. Ira, ciúmes, amor, ambição, desejos... Vivemos nossas vidas atrás de objetivos que queiramos ou não são o fruto de nosso lado irracional. 

Como uma máquina reagiria tendo consciência? Que objetivos ela teria? Que perguntas faria a si mesma? Teria ela algum desejo, algum impulso, se fosse independente? Ela alcançaria um outro patamar de inteligência, que não estivesse preso a nossos códigos biológicos que tanto nos definem? 

O que essa máquina definiria como moralmente correto? Poderíamos reprogramar uma inteligência livre e consciente de si mesma? E o mais importante: seria uma &quot;vida&quot;? Ou inteligência e consciência não são características que dependem da nossa definição de &quot;vida&quot;?

Aí poderíamos colocar a consciência e a inteligência em outro patamar, aonde seriam características independentes da existência ou não de um corpo vivo. O que faria com que os filósofos e sociólogos tivessem MUITO trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A graça da Biologia é que não é uma ciência exata, de definições imutáveis, exatamente por estudar um fenômeno muito complexo: a vida. Definir vida não é fácil, por mais que alguns seres sejam mais obviamente &#8220;vivos&#8221; do que outros. </p>
<p>Mas eu fico com o clássico: metabolismo, crescimento, reprodução (ou ser o resultado de uma reprodução biológica, no caso de seres estéreis), e responder a estímulos. Isso serve tanto para os organismos daqui da Terra quanto de qualquer outro lugar em que possa haver vida.</p>
<p>Você pode considerar os vírus como seres vivos quando fala sobre capacidade de evoluir ou responder a certos estímulos químicos, mas eu pessoalmente acharia mais justo se fossem considerados &#8220;quase-vivos&#8221; ^^ Apresentam algumas características dos seres vivos (que são muito mais complexos que um vírus, desde a bactéria procarionte mais simples), mas são inertes fora das células alheias. </p>
<p>E quanto a consciência artificial, isso é complicado. Justamente por envolver não só questões éticas para as quais temos respostas prontas, mas por envolver questões que ainda nem sabemos responder. Nossa consciência é o resultado de um cérebro desenhado para esse nosso corpo. Todos os estímulos orgânicos que recebemos contribuem para o desenvolvimento da nossa inteligência, e posteriormente da consciência de nós mesmos. </p>
<p>Mas essa nossa consciência ainda é guiada para objetivos incrustados em nosso passado irracional. Até mesmo nossas emoções. Ira, ciúmes, amor, ambição, desejos&#8230; Vivemos nossas vidas atrás de objetivos que queiramos ou não são o fruto de nosso lado irracional. </p>
<p>Como uma máquina reagiria tendo consciência? Que objetivos ela teria? Que perguntas faria a si mesma? Teria ela algum desejo, algum impulso, se fosse independente? Ela alcançaria um outro patamar de inteligência, que não estivesse preso a nossos códigos biológicos que tanto nos definem? </p>
<p>O que essa máquina definiria como moralmente correto? Poderíamos reprogramar uma inteligência livre e consciente de si mesma? E o mais importante: seria uma &#8220;vida&#8221;? Ou inteligência e consciência não são características que dependem da nossa definição de &#8220;vida&#8221;?</p>
<p>Aí poderíamos colocar a consciência e a inteligência em outro patamar, aonde seriam características independentes da existência ou não de um corpo vivo. O que faria com que os filósofos e sociólogos tivessem MUITO trabalho.</p>
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		<title>Por: Edson</title>
		<link>http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/877/comment-page-1#comment-1402</link>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 21:29:28 +0000</pubDate>
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		<description>Por outro lado ser &quot;cético&quot; também é bom, viajar de mais não é legal. Sem os cientistas que tentam derrubar teorias que se baseiam no &quot;oculto&quot; muitas falsas verdades ainda estariam valendo como teorias &quot;plausíveis&quot;. Pasteur também foi assim, se por um lado ele se agarrou no invisivel, por outro ele derrubou a teoria maluca que no ar tinha o princípio ativo invisivel que gerava criação expontânea.
É importante ter os dois tipos de cientistas, Pasteur  era os dois ao mesmo tempo mas isso é para os gênios =D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por outro lado ser &#8220;cético&#8221; também é bom, viajar de mais não é legal. Sem os cientistas que tentam derrubar teorias que se baseiam no &#8220;oculto&#8221; muitas falsas verdades ainda estariam valendo como teorias &#8220;plausíveis&#8221;. Pasteur também foi assim, se por um lado ele se agarrou no invisivel, por outro ele derrubou a teoria maluca que no ar tinha o princípio ativo invisivel que gerava criação expontânea.<br />
É importante ter os dois tipos de cientistas, Pasteur  era os dois ao mesmo tempo mas isso é para os gênios =D</p>
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		<title>Por: Mateus</title>
		<link>http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/877/comment-page-1#comment-1401</link>
		<dc:creator>Mateus</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:19:51 +0000</pubDate>
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		<description>Com essa do Pasteur, meus argumentos acabam  hahahaha Verdade, isso é o princípio de todo cientista por excelência: a curiosidade. Sem isso, nada feito, nada se descobre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com essa do Pasteur, meus argumentos acabam  hahahaha Verdade, isso é o princípio de todo cientista por excelência: a curiosidade. Sem isso, nada feito, nada se descobre.</p>
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		<title>Por: Edson</title>
		<link>http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/877/comment-page-1#comment-1400</link>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 18:51:53 +0000</pubDate>
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		<description>Na realidade acho que as duas formas de pensar são importantíssimas para a humanidade e para a ciência.

Tanto as pessoas que viajam na maionese e descobrem coisas invisíveis aos nossos olhos, quanto as pessoas que não sussegam enquantam não desmembram o que lhes cerca.

Mesmo na biologia, se não fosse por Louis Pasteur acreditar que existiam micro-organismos invisíveis no ar que azedavam o vinho, por muito tempo ainda se acreditaria em geração expontânea pelo princípio ativo. No final das contas ele acabou provando que apesar de invisíveis a olho nú as bactérias azedavam o vinho e eram provinientes do ar e inventou a pasteurização.

Ou seja, mesmo na bio é importante ambos os tipos de cientistas =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na realidade acho que as duas formas de pensar são importantíssimas para a humanidade e para a ciência.</p>
<p>Tanto as pessoas que viajam na maionese e descobrem coisas invisíveis aos nossos olhos, quanto as pessoas que não sussegam enquantam não desmembram o que lhes cerca.</p>
<p>Mesmo na biologia, se não fosse por Louis Pasteur acreditar que existiam micro-organismos invisíveis no ar que azedavam o vinho, por muito tempo ainda se acreditaria em geração expontânea pelo princípio ativo. No final das contas ele acabou provando que apesar de invisíveis a olho nú as bactérias azedavam o vinho e eram provinientes do ar e inventou a pasteurização.</p>
<p>Ou seja, mesmo na bio é importante ambos os tipos de cientistas =)</p>
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		<title>Por: Mateus</title>
		<link>http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/877/comment-page-1#comment-1399</link>
		<dc:creator>Mateus</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 18:09:29 +0000</pubDate>
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		<description>Mas no caso da biologia nós conseguimos ver como funciona e simular ambientes hostis e também ver como funcionaria. Não acho que devemos descartar hipóteses, por exemplo, de como seriam as bactérias marcianas, como se comportariam e etc mas devemos primeiro entender como funciona nosso próprio organismo, em pról do nossa própria sobrevivência, que foi pela qual evoluímos. Os testes neurais, por exemplo, estão obtendo sucesso mediante quais experimentos? Daquilo que já se obteve resposta sobre o funcionamento do cérebro. Eu creio, apesar de não poder afirmar sobre isso, que Einstein pensou da seguinte forma: se aqui na terra funciona, vou testar de modo simulado para ver como funcionaria sem oxigênio. No caso da física, é plausível mas no campo biológico, &quot;viajar&quot; demais acaba deixando coisas mais importântes de lado. 
Mas essa é minha simplória opinião, apesar de eu estar gostando desse papo (coisa que geralmente evito). :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas no caso da biologia nós conseguimos ver como funciona e simular ambientes hostis e também ver como funcionaria. Não acho que devemos descartar hipóteses, por exemplo, de como seriam as bactérias marcianas, como se comportariam e etc mas devemos primeiro entender como funciona nosso próprio organismo, em pról do nossa própria sobrevivência, que foi pela qual evoluímos. Os testes neurais, por exemplo, estão obtendo sucesso mediante quais experimentos? Daquilo que já se obteve resposta sobre o funcionamento do cérebro. Eu creio, apesar de não poder afirmar sobre isso, que Einstein pensou da seguinte forma: se aqui na terra funciona, vou testar de modo simulado para ver como funcionaria sem oxigênio. No caso da física, é plausível mas no campo biológico, &#8220;viajar&#8221; demais acaba deixando coisas mais importântes de lado.<br />
Mas essa é minha simplória opinião, apesar de eu estar gostando desse papo (coisa que geralmente evito). <img src='http://casal10.evonblogs.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: Edson</title>
		<link>http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/877/comment-page-1#comment-1398</link>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 17:53:29 +0000</pubDate>
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		<description>É um modo de ver as coisas, aliás um ótimo modo. Você estuda o que vê e isso é bom, não desvia a atenção para o que não vê.
Por outro lado se Einstein se concentrasse apenas no que vê, a teoria da relatividade não teria sido criada e a lei que controla a atração dos objetos ainda seria a Lei da Gravidade, que apesar de funcionar, funciona apenas na terra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É um modo de ver as coisas, aliás um ótimo modo. Você estuda o que vê e isso é bom, não desvia a atenção para o que não vê.<br />
Por outro lado se Einstein se concentrasse apenas no que vê, a teoria da relatividade não teria sido criada e a lei que controla a atração dos objetos ainda seria a Lei da Gravidade, que apesar de funcionar, funciona apenas na terra.</p>
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