… passeiam as mulheres de Jupix.
Em tempos de histórias bizarras como a expulsão de uma mulher da universidade por agir de forma “provocativa” usando um vestido curto (em tempo, acabo de ler que a universidade recuou da decisão)… é uma delícia ver as mulheres livres, leves e soltas que jupix colocou para passear em um muro da travessa Tim Maia, em São Paulo.
Foi seu primeiro desenho na rua. Em e-mail para os amigos, ela contou que foi emocionante. As pessoas passavam, às vezes interagiam. E o desenho foi sendo descoberto ali, enquanto era feito. “Eu não tinha ideia da proporcão do desenho no muro, tanto q a mulher com os bichos eu acabei tendo q subir em cima de um banquinho e esticar o meu braco no talo, pra conseguir desenhar pescoco, ro
sto e cabelo, ou seja, ela ficou com uns 2m50 de altura. A outra mulher, q eu desenhei em segundo lugar, ficou com a minha altura, tipo, 1m65″.
Gostoso de ler, não?
Jupix é também a artista que assina as ilustrações do livro de haicais “Outras Nuvens“, de Carol Ribeiro (Auana Editora). O lançamento foi em uma gostosa noite de junho, na Livraria da Vila – rolou até um sarau, que infelizmente eu perdi.
Seus desenhos casam em linda harmonia com os versos concisos e objetivos de um hai cai e estavam expostos na livraria.
Na ocasião, jupix aproveitou para divulgar sua nova empreitada. Seus desenhos estão à venda em uma loja online, chamada Etsy. A escolha não foi por acaso. Ela me contou que o site tem o mesmo espírito da Vila Madalena, o bairro onde mora, onde suas mulheres passeiam pelos muros, onde o livro foi lançado. Confere lá. Os desenhos podem ser impressos e enviados pelo correio – por enquanto, com frete gratuito para qualquer país!
Jupix também mantém um delicioso blog, onde é possível conferir outros traços. É certo que ele anda meio abandonado, o que é uma pena. Mas seus posts são atemporais.
Jupix foi quem nos ensinou a ouvir Björk, nos presenteando com uma deliciosa cópia de Gling-Gló, que é um absurdo de tão bom.
Jupix é assim. É essa pessoa que aparece em nossas vidas de tempos em tempos para nos (re)lembrar de que sonhar é preciso, de que não se perder é preciso.
Peça com assistência de direção do Wó Calegari, colega de turma de faculdade. Não percam!
Cia. Bruta de Arte estreia espetáculo itinerante no Casarão do Belvedere
“Cine Belvedere” conta a história de uma família a partir de pesquisa sobre a linguagem cinematográfica e o universo onírico
A Cia. Bruta de Arte estreia no dia 15 de agosto o espetáculo Cine Belvedere. A peça, que vai ocupar o Casarão do Belvedere, na Bela Vista, marca a estréia da companhia como grupo independente, depois da experiência de 4 anos de seus atores no Núcleo Experimental do Satyros (NES).
Cine Belvedere é resultado de um ano e meio de pesquisa sobre o universo onírico e os distúrbios do sono, coordenada por Roberto Audio (Teatro da Vertigem), que também dirige o espetáculo. O grupo se utiliza de referências cinematográficas para contar a história da família Lichtmann. Seu patriarca é um produtor e diretor de cinema que sofre de uma doença rara, que o impossibilita de dormir e, portanto, de sonhar.
O público será conduzido pelas salas e áreas externas do casarão, onde acompanhará diversos momentos dos personagens, cujas histórias foram preservadas através de um diário de sonhos. Nesta família cheia de vazios, o sonho pode ser a única realidade.
“O cérebro que nunca dorme confunde o real com o imaginário e mistura a realidade com o sonho.”
Sinopse
Christoph Lichtmann é antigo um diretor e produtor de cinema que sofre de uma doença rara, que o impossibilita de dormir. Todas as noites, nas madrugadas solitárias, reprisa os sonhos de sua própria família relatados à criada Pacha, responsável pelas anotações. Na passagem do tempo que ele não sente, apropria-se de sonhos que não são seus e sonha pelos sonhos dos outros. Talvez para encontrar a si mesmo ou então descobrir que ele também é apenas um sonho de alguém.
CINE BELVEDERE
Serviço
Estreia em 15 de agosto.
Sábados, 21h, e domingos, 19h.
Duração: 100 minutos.
Classificação etária: 14 anos.
Casarão do Belvedere – Rua Pedroso, 267, Bela Vista.
(Próximo ao Metrô São Joaquim.)
16 lugares por sessão.
Telefone: 3266-5272.
Ingressos: R$ 30.
Venda antecipada de ingressos aos sábados, a partir das 14h. Aos domingos, a bilheteria abre 1 hora antes do espetáculo.
Não haverá reserva de ingressos por telefone.
Estacionamento na Rua Martiniano de Carvalho, 439. R$ 5.
Ficha técnica
Direção: Roberto Audio
Assistente de direção: Washington Calegari
Texto e dramaturgia: Cia. Bruta de Arte
Iluminação: Guilherme Bonfanti
Assistente de iluminação: Grissel Pigllem
Figurinos: Keila Akemi, Angela Ribeiro e Andréia Peixinho
Ambientação cenográfica: Paulo Vereda e Cia. Bruta de Arte
Trilha Sonora: Helder da Rocha e Cia. Bruta de Arte
Criação de projeções: Claus Lehmann e Edward Lenzi
Projeto Gráfico: Cléber Rodrigo
Operador de luz e som: Diego Andrade
Personagens e elenco
Christoph Lichtmann – Paulo Maeda
Franka Lichtmann – Thammy Alonso
Annete Lichtmann – Maria Campanelli Haas
Eva Lichtmann – Angela Ribeiro
Helga Lichtmann – Ana Lúcia Felipe
Bettina Lichtmann – Fabiana Souza
Rudolph Moriak – Helder da Rocha
Pacha – Marba Goicochea
Talulah Tetembua – Teka Romualdo
Mohammed Madi – Wagner Mendonça
Otto Heiser – Thiago Franco Balieiro
Amelie Rousseau – Ana Pereira
Thomas Gross – Wanderley Salgado
Nikola Baumgartner – Ricardo Socalschi
Tenho o orgulho, muito orgulho de mostrar para vocês a prévia do jogo maluco “Massive Madness” que esta sendo desenvolvido aqui no Brasil.
Um dos desenvolvedores, responsável pela parte 3D, é meu amigo Dinart e a desenhista por trás das texturas é também minha amiga Rafaella Ryon (Teferis).
O jogo ainda está em desenvolvimento, mas abaixo já podemos ver um demo dele funcionando com o storyboard da abertura e com um dos cenários e os hilários ninjas.
Dia 25 foi nosso primeiro dia da toalha e, como nerds que somos, passamos o dia inteiro com elas.
No final do dia fomos ao shopping center Santa Cruz pegar um novo aparelho Vivo para a Maíra, que ela havia ganho de bônus. Como o lugar funcionava com senha, pegamos a senha B0166 (as 21:28) e esperamos até as 22:02 e, como muitos que estávamos esperando, resolvemos dar um pulo na padoca ali do lado. Saímos da padoca as 22:07 e vimos a funcionária (Ângela Araújo Cardoso) da Vivo fechando a porta de vidro na nossa cara, como se ela tivesse esperado a gente voltar para fazer isso. Tentamos argumentar que estávamos com a senha e que no painel solicitava o cliente B0165 e nós seríamos os próximos e mesmo assim ela não abriu alegando que, se o fizesse, o segurança iria multá-la. Depois de um tempo ela virou as costas e foi embora. Bati no vidro para chamar a atenção e em vez de nos atender ela chamou o chefe de segurança.
Quando ele apareceu, o próprio solicitou (após conferir que a senha havia sido pego antes do horário) que fôssemos atendidos, mas aí ela alegou que a Vivo não permitia (outra mentira uma vez que dentro havia outros clientes e foram atendidos até pelo menos o número B0168 enquanto nós éramos o B0166).
O segurança solicitou que fizéssemos uma queixa contra a loja no shopping e com isso perdemos mais 30 minutos. Mas não estávamos em pânico pois estávamos com nossas toalhas. E foi muita sorte da Ângela que não molhamos a toalha e acertamos ela na saída. Mas tudo isso serviu para o que viria em seguida: o Gato Esperança.
Saímos do Shopping praticamente às 23h e, ao descer a Luis Góes em direção ao cú de mundo onde moramos, vimos um gato atropelado. Até agora não entendemos se o carro da frente atropelou sem ver, ou viu e fugiu, ou ainda nem foi ele. Fato que o gato tava arrastando as duas patas traseiras, se movimentando em círculos no meio da agitada Luis Góes. Não daria 60 segundos para ele ser re-atropelado.
Recolhi o gato e fomos com urgência no mais próximo posto 24 horas veterinário, e isso significava a Clínica Veterinária Sena Madureira, extremamente bem aparelhados (e proporcionalmente mais caros). Na ida o bixano tava saindo sangue pela boca e gemendo, estava manso e imaginei então que poderia ter dono e não ser um gato de rua. Porém eu estava enganado. Quase chegando na clínica ele despertou, olhou para mim com os olhos arregalados, olhou para a Maíra, olhou em volta e só viu carro e me unhou com tudo e se escondeu com medo. Mas também imagina o medo, acordar cheio de dores, no colo de dois estranhos e dentro e um carro em movimento? Fora o fato de eu ter um gato preto arisco no meu pé, fora o fato dele ter cagado todo em mim, cuspido sangue, eu estava tranqüilo pois eu tinha a minha toalha.
Ele foi atendido na clínica e o valor ficou em R$ 600, que, por sinal, eu não tenho. Joguei no cartão, claro, e prometi conseguir quem me ajudasse até o dia fatal. O importante era salvar o gato. Ele foi posto no soro e precisou de três veterinários para segurar ele para tal, mas eles usaram novamente nossas toalhas para não serem arranhados.
Até o momento não se sabe se é fêmea ou macho, mas acreditamos se tratar de uma fêmea (o veterinário falou que era, mas sem lá muita certeza). A Má pegou o gato no dia seguinte e gastou com algumas coisas básicas, casinha, caixa de areia, ração e areia.
Agora ele está em observação, embora ele nos observa mais do que a gente. Ele está bem esperto (apesar de não sair da caixinha de transporte), então acho que não foram as 7 vidas dele(a), mas se ocorrer o pior ao menos não morrerá agonizando no meio do asfalto.

não é esse mas é bem parecido
Depois darei update postando uma foto do bixano. Abaixo as notas dos gastos. Quem puder ajudar, por favor eu agradeço, meus amigos mais próximos sabem a merda financeira que a gente tá por conta das obras da casa, mas jamais ficaríamos tranqüilos se tivéssemos deixado ele lá. Qualquer R$5, r$ 10 já significa menos juros no limite do banco.
Acho que, depois de curado, achar dono não deve ser problema. Claro, se ele(a) conseguir controlar os seus nervos. ^^
Quem quiser ajudar a pagar o tratamento, o banco é ITAU AG 2925 CC-07554-7 no nome de EDSON VICENTE CARLI JUNIOR ou MAIRA CARVALHO TERMERO.
A pedidos das Luluzinhas, fizemos também um PagSeguro:
Me mandem por email o valor, data de depósito e um apelido para eu postar aqui para prestação de contas! Agradeço quem puder!
Esta é uma coisa que há alguns meses eu e a Maíra estávamos resolvendo e finalmente chegamos “no finalmente”. Eu e a Maíra estamos se separando por motivos que não convém colocar aqui e por esse motivo irei parar de postar nesse blog pois o nome dele perde-se todo o sentido com o divórcio.
Então eu irei criar o blog laboratorionerd.evonblogs.com.br e estarei lá para quem acompanhava meus posts a partir da semana que vem.
Para quem seguia o blog pela Maíra por enquanto ela vai se manter aqui, embora ela confirmou para mim que também irá mudar o nome.
Aos meus amigos que não estavam sabendo da notícia podem ficar sossegados que terminamos numa boa, eu e a Maíra somos adultos o suficiente para não terminar um relacionamento de 10 anos sem ter sido de forma matura.
Dói claro, como toda separação. Mas acreditamos que vai ser melhor para os dois.
Abraços a todos e quem quiser me contatar me mande email.
PS: Obviamente 1º de Abril =D
Nossos amigos têm os sonhos mais loucos. Daqui a pouco vira uma série “O Sonho do …”.
Comentário que recebi hoje do Dinart, no meu Orkut:
sonhei com 3 anões que investiam na bolsa
e por minha causa perderam muito dinheiro
acordei com a garganta seca e com medo de dormir de novoeu sonhava que estava acordando
e quando abria o olho
tava o anão
já se preparando pra meter a machadada
e dois outros segurando meus pés
eles eram assustadoresem que bicho eu jogo?
Recomedamos que ele jogasse com um anão, com certeza.
Tudo começou com o Antonio, do Pop Dices, que inventou de fazer um meme em que um blogueiro entrevistasse o outro.
Ele lançou a idéia lá na lista de blogs de RPG, pessoal comprou e ele mandou as primeiras perguntas para a bacaníssima turma do Pensotopia.
É, são eles os responsáveis pelo Casal 10 aqui entrar na roda. Reclamem com eles. ^^
Confiram a entrevista lá no Pensotopia!
Ops, precisamos fuzilar alguém também! Yay! E nossa vítima será… o Phil, do blog Dados Limpos! Aguarde nossas balas!
Uia, ganhamos um selo da queridíssima Tine, que conheci no Luluzinha Camp. E, olha só, estamos super bem acompanhados. Muito obrigada, Tine!
Vamos decidir aqui, em casal, para quem repassar e daremos corda ao meme.
Muitos não devem saber mas sou curitibano, li um post de meu amigo Mateus e me inspirei para fazer um post resposta.
No post dele, ele reclama da frieza das curitibanas. Assino embaixo.
As mulheres curitibanas são lindas, mas o que elas têm de lindas têm de frias. Existem exceções? Claro! Mas não sou o único que reparou nessa frieza.
Quando eu fiz cursinho tinha uma garota que sentava do meu lado, ela era alta e tagarela. Muito divertida mas não muito atraente mas bastante inteligente. Ela queria fazer Ciência da Computação e eu ia fazer Engenharia da Computação, por esse motivo trocávamos muitos assuntos nerds. Um dia estreou Independence Day e eu estava sem grana e acabei demorando para ir ver e todos que eu conhecia entre parentes, amigos e no trabalho já tinham visto o filme. E eu odeio ver filmes sozinho, convidei ela quando descobri que ela ainda não tinha visto o filme. Juro que queria apenas a companhia dela, porém ela me olhou do pé até o último fio do cabelo e como se eu fosse um tarado me disse “mas a gente nem se conhece!”. Porra! Nem se conhece? Um ano fazendo cursinho? Até pensei que ela tinha entendido ir no motel pelo jeito que ela falou então eu repeti “eu quero só ver o filme, odeio ver filme sozinho, leva uma amiga, um irmão, sei lá”, então ela exclamou “não sei”. E ficou no não sei.
Das namoradas que eu tive apenas uma era de Curitiba, todas as outras ou eram de São Paulo, ou eram de Santa Catarina. Assim como as minhas amigas, a maioria não são de Curitiba, simplesmente porque curitibanas “se acham”.
Por esse motivo de tanto importar namorada, acabei me exportando. Hoje vivo feliz e casado com uma garota de sampa.
E eu sei que eu e o Mateus não somos loucos, muita gente já notou isso. Certa vez fui com minha esposa para um bar em Curitiba e eu sentei com ela de um lado da mesa e dois amigos meus sentaram sozinhos ao redor da mesa. Tava óbvio que eu estava acompanhado e eles estavam sozinhos, ambos solteirões. O bar tava LOTADO de garotas, NENHUMA olhava para eles. A Maíra que tava comigo achou tão estranho que chegou a perguntar se o bar era um bar gay (tem algums assim aqui em sp) e eu respondi – “não, é bar curitibano mesmo”.
E antes que alguma curitibana me jogue tomate, não esqueça o que eu disse, existem exceções. ^^
Update: É, o assunto está mesmo no ar. Descobri agora que saiu um podcast dos nerds curitibanos justamente sobre esse tema. rs Veja lá! (Maíra)
Goiaba me mandou um email contando o sonho que ele teve, bem hilário ^^
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Olá, contarei para vcs meus queridos o sonho que tive ontem envolvendo os 3
A situação era a seguinte:
Edson, Maira e kenzo estavam excepcionalmente em curitiba para participar de um mega evento onde eu não sabia muitos detalhes, apenas que tínhamos que estar em frente a catedral Notre Dame (sim, isso mesmo a famosa catedral Notre Drame de Paris em curitiba) no final da tarde de um día específico, pois todas as pessoas estariam la na frente para ver o que ia acontecer, havia poucas pessoas pois éramos os primeiros a chegar mas muita gente ainda estava por vir. A Maira estava filmando a catedral do lado de fora e tal e de repente o Kenzo tenta tomar a camera de sua mão da , que começa a brigar com o kenzo pois ela não quer lhe entregar a camera. Nisso o Edson tenta apasiguar a briga que neste momento está bem feia e violenta e acaba tomando um sopapo na cara e pragueja que também não vai mais se meter.
Eu estou junto, mas estou só observando, nisso começam a chegar varias pessoas para o tal esperado evento que se passaria na frente da catedral Notre Drame, deu a entender que era um evento místico onde algo ia acontecer no céu, mas para ver era preciso estar onde estávamos. Ai, o
Edson começa a imitar o corcunda de Notre Drame, andando de lado e se agachando (igual ao da fábula que virou até desenho da Disney) e as pessoas começaram a rir so que o Kenzo e a Maira não paravam de brigar e se esbofetiar por causa da câmera, mesmo rindo do que o edson estava fazendo.
Quando estava quase escurecendo e já havia milhares de pessoas de diferentes etinias, em frente a catedral as portas da igreja começaram a se abrir….
e ai então o relogio despertou e eu tive que acordar para ir trabalhar, espero que o sonho continue hj a noite… fiquei curioso pra saber o que vai rolar na Notre Drame de Curitiba… ou este sonho precisa ser interpretado pois pode ser uma visão.