As desventuras de um casal nérdico
Hobbit o Filme
22 dezembro 2007, por Edson, às 14:46

Quando eu comecei a ler Tolkien eu tinha 16 anos e o ano  era 1993 terminei de ler todasL.O.R as quase 2500 páginas entre o Hobbit, O Senhor dos Aneis e Apêndices 2 anos depois,  entre pausas obrigadas por falta de grana ^^. De 1995 até meados do ano 2000 eu mestrei uma campanha de RPG para meus amigos baseados na história. Qundo comeámos nem de longe se sabia quem era Gandalf, Frodo ou Gollum. Também poucos haviam ouvido falado sobre Peter Jack(PJ). Quando comecei a campanha PJ  começou a dele tentando arrumar investidores para grvarem o épico, quando ele apresentou o projeto para a New Line no final um comentário:

-Se são 3 livros, porque não 3 filmes? – disse um investidor.

-Seria o ideal- concordou PJ.

 Depois do filme, Tolkien parou de ser cult e virou povão. Ainda nos anuncios do filme e depois nos traillers eu morria de medo que fizessem uma porcaria de adaptação. Por sorte PJ era apaixonado por Tolkien e levou a sério sua jornada tanto quanto Frodo. Adaptar 2000 páginas do Lord of The Rings (O Senhor dos Aneis) para a tela não era uma tarefa fácil. A obra ficou pronta e ele fez bem feito, dentro do possível, uma adaptação que consegue passar a essência com eficiência.

Depois disso houve uma briga por partilha do espólio, quando o filme rendeu quase 3 bilhões de dólares e PJ acabou não sendo escalado para fazer o Hobbit, história que vem antes de L.O.R. Depois de muito boicote dos fãs a produtora resolveu escalar o PJ como diretor executivo. O diretor executivo faz exatamente o que o PJ fez no L.O.R como diretor. Se exercido com eficiência é o diretor executivo que realmente põe “cor” no filme, porém geralmente é o diretor que acaba fazendo as decisões e o diretor executivo vira apenas uma espécie de “cabide” para alguem “protegido” aparecer nos créditos.

Se PJ realmente desempenhar a função de Diretor Executivo o filme Hobbit não tem porque ser pior que o L.O.R. Porém o que parece é que infelizmente colocaram ele lá apenas para que o público aceite e pare os boicotes. Pena, o Hobbit merecia mais.

 Outras informações sobre o acordo entre a produtora New Line e PJ podem ser obtidos no blog do Teusma.


Goiaba e Platão, Coisas que eu inventei e os outros roubaram
22 dezembro 2007, por Edson, às 14:44

Goiaba também é filósofo ^^.  Outro texto goiábico…

==!==!== 

Sabe a expressão “só sei que nada sei”? Então EU inventei este termo mas esse Pratão pau no cu robo de mim. Certa vez eu e Platão estávamos dando uma volta por ai, num imenso dia de calor e fumando ervas e especiarias da região.

Chegando a um lago me deu uma vontade imensar de mergulhar no lago então Platão que a esta altura já estava conversando com a árvore que tava perto da gente me disse:

- Goiaba, vc sabe nadar?

- Sóóóóhhh Seeeeiiii……

-Sei o que Goiaba? Exclamou Platão

-Que nada eu seeeiiiei!!!

Então nadamos a tarde inteira e fomos chapados para nossas casas dormir.

No dia seguinte, todo o povo tava reunido em volta de Platão, e eu não sei porque, talvez ele tivesse fumado de manhã cedo, ele estufou o peito e disse para que todos pudessem ouvir

-”Só sei que Nada Sei”

- Foda-se- exclamei indiferente – Nada eu também sei, grande bosta isso.

Então ele estranhamente só por causa disso, se tronou filósofo todas as minas ficaram pagando pau pra ele, só pq ele disse que sabia nadar, sendo que eu falei que sabia primeiro.

By Goiaba


Goiaba, Jê E O Vinho
20 dezembro 2007, por Edson, às 11:42

Mais um artigo desse fenômeno escritor que esta estourando com os maiores best-selers ^^

==!==!==

Além de vagabundos, Jê e eu éramos muito malacos.
Certa vez, em meio a nossas tediosas caminhadas sem rumo definido, descobrimos uma portinhola aos fundos de uma construção que dava acesso ao porão de uma taverna da região do monte Sinai.

Ali passávamos horas a fio, jogando conversa fora, bebendo vinho e por muitas vezes acabávamos por sair do moquifo tão embriagados que ficava difícil achar o caminho de volta.

Um de nossos papos mais memoráveis, deu-se logo ao me deleitar com o primeiro gole da segunda garrafa de um Latour do ano de 45AC, quando exclamei ao meu colega:
-Ahhhh!! Ô coisa boa esse vinho, hein Jê?
Então meu ainda sóbrio amigo responde:
-E pensar que meu “pai” falou que um dia vou poder transformar água em vinho…
-Caraio!! Transformar água em vinho??? Como funciona isso, meu? – interrompi.
-Não sei… só sei que é assim! -diz Jê, tragando o vinho com a finesse de um enólogo.
Não contendo meu entusiasmo, disparei imediatamente todas idéias que foram me surgindo:
-Cara… quando isso rolar, poderemos alugar aquele galpão velho que fica ao lado do laguinho próximo àquela cocheira que você nasceu. Lá teremos muita matéria prima pra transformar em vinho e um local pra construirmos a nossa adega. Podemos chamar a adega de Casilero Del Jesuit ou de Chateau du Goiabeau!! Ou ainda…
-Se acalme, meu ambicioso colega! – interrompe o jovem Jesus – Se acalme porque tem mais… Conforme disse meu “pai”, vou poder também, multiplicar pães e peixes.
-Pães? Brioches e Croissants também? Então podemos montar além da adega, uma rede de padarias ou confeitarias. Poderemos nos alocar dentro das sedes de grandes grupos de distribuição, montaremos stands nos shoppings… abriremos franchises. Ganharemos em royalties! Que tal o slogan: “Nosso pão é um milagre de tão bom”? Até rimou…
-Boa Goiaba! E com os peixes, poderemos abrir uma rede de restaurantes de comidas japonesa. Muito suhi, sashimi… Podemos fazer delivery! – idealizou Jê.
-Mas Jê… e a questão legal disso tudo? Vão nos questionar sobre a origem dos insumos, dos recursos… dos subsídios. Vão querer auditar nossos fornecedores. E as questões fiscais? E as declarações de imposto de renda? E os…
-Bom… aí a gente suborna algum Fiscal da Receita. Pagaremos bem à ele. – diz Jê.
-É isso aí! Podemos criar empresas fantasmas para as transações, usamos contas de laranjas. Com dinheiro no bolso, tudo é possível mano! Retruquei entusiasmado…
-Ê laiá… vamos nos dar bem! Aceita mais uma taça de vinho, Goiaba?
-Opa… certeza!

Por Goiaba


Bobeira
20 dezembro 2007, por Maíra, às 0:47

Vestígio de um dos melhores finais de semana que já tivemos com os amigos.


Em breve, nosso próprio faroeste!


Ninguém
18 dezembro 2007, por Maíra, às 12:56

“- Existe alguém mais rápido que Jack Beauregard, pai? – , pergunta o menininho loiro de chapéu.Hill

- Mais rápido que Jack? Ninguém.”

Corta a cena para Terrence Hill, o Trinity, em um rio, caçando peixe com um pedaço de pau, e uma musiquinha bucólica.  Sim, ele é o Ninguém.

Só essa cena já vale assistir “Meu nome é Ninguém“, e o filme tem muitas outras imperdíveis, com direito a perseguição em um parque de diversões no velho oeste a cenas aceleradas toscamente na edição.  Ah, e duelos, claaro. Ah, e aquela piadinha do filhote de passarinho que é salvo pela vaca, que o atola na merda, sabem? Também está lá!vash

Dica do meu padrasto, o Sérgio, que a gente demorou a acreditar.

Aliás, nós temos uma teoria. Foi esse filme que inspirou a criação de Trigun, um dos animes mais estilosos que já assistimos. Vash é Ninguém! Não faz todo sentido?


O Computador da Maíra Toca Rádio
18 dezembro 2007, por Edson, às 11:46

É parece difícil de acreditar mas é exatamente isso, o computador da Maíra toca rádio. Não, ela não tem uma placa de som que sintoniza rádio, o computador dela faz isso. E pior, rádio AM. Faz uns dois anos que isso aconteceu, eu estava trocando a memória do computador dela quando começou a tocar AM no autofalante do gabinete do computador dela. Incrível!

Depois de um tempo parou de pegar e esqueci da história. Um ano depois a segunda fonte do computador dela queima, a terceira comprei uma fonte de boa marca, 350 W reais e fiquei satisfeito por seis meses quando queima novamente. A quarta fonte foi uma comum, durou 2 dias e depois conclui que a placa mãe tava queimando as fontes.

Trocamos tudo no computador dela, ficou apenas o gabinete, HD e drive de cd-rom. As novas peças eram de exelente qualidade, placa de vídeo de última geração. Durou duas semanas até que o computador dela apagou. Mas como?

 Troquei as memórias e não era memória, troquei a fonte e não era a fonte, tirei cd-rom e hd e continuava sem ligar. Pensei, “placa-mãe de novo?”. Resolvi fazer um teste. coloquei uma chave teste (destas que parece uma chave de fenda com uma lâmpada dentro que ascende se encostar na tomada) no gabinete e a infeliz ascendeu. Pensei, será?

 Ai lembrei de que o computador da Maíra toca rádio! Tirei a placa mãe do gabinete e testei, funcionou! No gabinete não funcionou 30 min e desligava, fora durante 5 horas de uso intenso e ele funcionou normal.

Resolvi tentar descobrir a “fonte” misteriosa de energia que fazia o gabinete ficar energizado e descobri que era a fonte e o monitor. Bom, rapidamente logo conclui que sem fonte e monitor o computador não funciona.

Liguei na tomada mas fiz um fio terra temporário que descarregava a energia em mim (para quem não sabe o corpo humano é um exelente sugador de energias, infelizmente). A luz da chave teste apagou! Gotcha! Fio terra resolveria o problema do computador dela.

Vi que gambiarras não resolveria, fora meu corpo nem colocar o fio na grade da janela fazia a luz apagar, teria que ser um fio terra mesmo como manda a ABNT ^^

Liguei para um eletricista e fiz o orçamento por telefone mesmo, 2 X R$140,00. Bora, fazer o quê?  Pelo menos agora vocês já sabem, fio terra faz sim a diferença. Além de ter queimado a placa mãe antiga, provavelmente taria levando a nova para o buraco junto se eu não tivesse descoberto a tempo.

Agora é esperar que o computador dela não dê mais problemas por um tempo, embora vou ter que comprar mais um cooler para resfriar o PC dela que esta chegando a 70 graus C de vez em quando. Fora o nobreak para impedir surtos e estabilizar a voltagem aqui em casa, gastos, gastos e gastos. Mas pelo menos por hora o PC dela não incomoda com mais nada grave, espero.

E a rádio? Não vai mais pegar agora, mas tudo bem, odeio rádio AM ^^


Goiaba, Jê E As Mulheradas
16 dezembro 2007, por Edson, às 12:54

Mais um texto maravilhoso desse grande escritor ^^

==!==!== 

Fazia um tremendo calor nos arredores de Belém.
Durangos como de costume, eu e o Jê nos vimos obrigados à ir novamente até a marcenaria do Seu José para apelarmos uns trocados pra comprar uma garapa gelada, Seu José que mais uma vez esbravejara aquilo que já estávamos tão acostumados:
- Vocês são realmente uns vagabundos…. você e esse que chamam de Goiaba!!!

O sol das 2 da tarde em mistura ao mormaço típico da época do ano, estava avassalando a todos, tanto que até as mais recatadas senhoritas haviam de dispor de parte de sua puritana vestimenta, aliviando-se assim daquele calor enfadonho. Por conseqüência, dispunham a nós privilegiados, algumas de suas intimidades por tantas vezes omitidas. Fato raríssimo naqueles tempos.

Eis que estávamos bebericando nossas garapas, sentados a sombra de uma Palmeira, ali mesmo próximo a barraquinha de caldo de cana, quando surge aquela imagem tão vislumbrante quanto as miragens típicas daquela região árida. Não contive meu entusiasmo e exclamei:

-Puta que pariu, Jê… saca só que gostosa!!!

-Pois é… Meu pai é foda! É mais um de seus milagres -responde Jesus.

Indignado, eu o questionei:

-Seu sacana…. tens uma irmã gostosa dessas vivendo sob o mesmo teto que você e não a apresenta pros camaradas?

-Não, burro…. Ela é obra do meu outro “Pai”… o Ser Supremo! Somos todos filhos dele, afinal…  -disse Jê.

-Então quer dizer que se eu catar a moçoila, passaremos a ser cunhados? -perguntei ao candidato a parente.

-Bom… não é bem assim! Não precisa ter esse vínculo tão formal. Tanto que se eu quiser dar uns catos nela, não será necessariamente um incesto.

-Sério mesmo, bródi? -questionei espantado.

-Podecrê!! -responde Jê.

-Cara… tua família é muito susse!!

-Pois é!! Mas… e que gostosa hein Goiaba??

Por Goiaba


Web 2.0 A Farsa
14 dezembro 2007, por Edson, às 16:00

Muitos já ouviram falar de web 2.0, esse blog mesmo é feito em “web 2.0″.

Ridículo, repito R-I-D-Í-C-U-L-O chamar isso de web 2.0. Vamos aos fatos:

O que a mídia chama de web 2.0 é nada mais, nada menos do que uma soma de tecnologias que já existem desde a criação da web. Então em primeiro momento podemos dizer que é errado o termo ja que não tem nada de novo e tudo ja tinha na web 1.0, se já existia qual o motivo de versionar para 2 algo que já tinha?

Segundo que chamar de web 2.0 é ofender a criação da web, pois dá a impressão que é uma invenção tão grandiosa quanto o próprio surgimento da web e na realidade, você não verá nada disso. A web mudou o mundo quando surgiu, e certamente a web 2.0 só divulgou algo que muitos já usavam.

Terceiro que é extremamente irritante ver que muitos se intitulam de “profissionais de web 2.0″, “especialistas de web 2.0″, não caia nessa. Web 2.0 não tem nada de novo, se ele é especialista nisso chame outra pessoa que seja realemnte especialista em sistemas web e você não cairá numa roubada.

Quarto que isso me cheira uma maneira de tirar dinheiro de desentendidos, “você já comprou a nova versão do produto para web 2.0?”. Já até ouvi num blog de uma amiga ela comentando que tem pessoas falando sobre o lançamento da “web 3.0″. Peloamordedeus o que é isso? Web 3.0 ? Desde que a web gira existe pessoas trabalhando no melhoramento da mesma mas ela nunca e jamais poderá ser versionada, pois as alterações são muito mescladas e muito gradativas e feitas por pessoas muito distintas. Chamar a web de 2.0 ou web 3.0 é como chamar as melhorias que vem sido feitas em cima da teoria da relatividade geral (TRG) como TRG 2.0 ou ainda chamar um coração com ponte de safena de Coração 2.0, o que é isso? Não tem nada de novo, é sempre coisas antigas que vão sendo melhoradas muito lentamente, não faz o menor sentido criar versionamentos e marcos como “antes e depois”.

Muuuito diferente é a Internet 2, esta sim realmente merece ser chamada diferente pois ela iniciou exatamente como a Internet 1 mas muito mais evoluida tecnológicamente. Ela é usada hoje apenas por empresas, entidades, hospitais, faculdades que precisem de internet de altíssima velocidade e custo mais aceitável. Esta internet facilmente pelo que sei chega próximo ao limite teórico. A Internet 2 sim, é uma “nova” internet e um marco.

Voltando ao assunto da “Web 2.0″ , eu costumo dizer que esse jeitão das novas páginas que na realidade deveriam ser chamadas de Ajax Style (AS) pois Ajax sim é o principal responsável por tudo isso. É ele que é o “carinha” que cuida de levar e trazer informações sem que a página seja recarregada, dando a impressão de software não web, na web. Mas eu seria injusto em dizer isso apenas sem lembrar que a evolução do JScript ou JavaScript permitiu evoluções no que se trata do que é possível fazer com uma página. Hoje é possível fazer botões sumirem, desaparecerem aos poucos, ficarem transparentes, moverem-se, etc usando scripts. Somando isso ao Ajax, você pode fazer a aplicação web ficar com cara de aplicativo gráfico executável (windows, macos etc).

Por quarto gostaria de lembrar que a Amazon já usa a ridícula web 2.0 desde 1996. Mas pera lá, web 2.0 não foi lançada agora? 1996? Mas isso era praticamente início da WEB, pois é., é a prova de que a web nasceu 2.0. Se sentiu enganado agora? Ao menos você não cai mais nessa. Aproveitando-se disso a Amazon ofereceu armazenamento de dados para aplicativos Web 2.0, no final das contas é apenas armazenamento de dados, não tem nada de novo. Meu servidorzinho com Mysql que foi feito para aplicações web aceita naturalmente aplicações web 2.0, nada de novo. Mas a Amazon pioneira no uso de scripts, ajax e outros recuros a qual dizem vir da web 2.0 não demorou para tirar proveito da situação. Seja esperto e fuja dessa roubada, ou vá lá “trouxa” e pague caro para armazenar num “banco de dados compatível com web 2.0″. Mas técnicos em web 2.0 não vão te falar a verdade, alguns porque querem lhe vender coisas que você não precisa e outros porque nem eles sabem que realmente não tem diferenças.

E por último gostaria de falar do porque muitos dizem que a Web 2.0 são as comunidades dos usuários, outros dizem que a aparência dos aplicativos, outros a cor clara, outros transparência, web-services, Always-Beta etc. Se você abrir 100 páginas sobre web 2.0 verá que cada um tem uma definição diferente para isso. O motivo? É claro, ao menos para mim, é uma farsa. Quiseram nomear essa montueira de conceitos, técnicas, tecnologias antigas como “web 2.0″ para revender velhos solhos. Eles mentiram tão bem que tem muitos que até acreditam nas falsas mentiras, até “Conferências Internacionais sobre Web 2.0″ existem. F-A-R-S-A, tudo old, tudo velho, tudo 1.0 com embalagem de novo.

Agora quando alguém falar sobre “web 2.0″ corra! Web sempre foi 2.0, não se iluda!


Kogepan
13 dezembro 2007, por Maíra, às 21:27

Kogepan se embebedandoO primeiro post sobre anime não será sobre Monster, nosso favorito, mas sim sobre uma série bem pequenina e engraçadinha, sobre um pão queimado. Quem nos apresentou foi um dos nossos casais favoritos, rafaella e dinart, que nos deram o enorme prazer de se hospedarem lá em casa um tempão.

Sim, sobre um pão queimado. Todos os pães sonham em um dia serem assados, ficarem branquinhos e lindos, crocantes, para serem… vendidos! Mas o pobre do Kogepan caiu da assadeira no forno quente e… ficou para sempre fadado à recusa dos clientes e aos porres de.. leite.

São poucos episódios, curtos, que podem ser vistos no youtube mesmo. Vai !

edit: procurando a imagem para ilustrar esse post, encontrei isso aqui. Eu queroooo!


Heroes – como nos viciamos nessa porcaria!
13 dezembro 2007, por Maíra, às 20:12

Eu nunca fui de assistir a esses enlatados seriados americanos. Mesmo. Por raros períodos tive TV a cabo em casa e, hoje, a TV lá do nosso cafofo só serve para ver filmes, porque nem TV aberta pega. As exceções eram E.R., que comecei vendo na Globo mesmo, lá nos tempos do Clooney em sua versão “médico-galã”, e depois vi uns episódios perdidos na TV a cabo que esqueceram ligada em um apê onde moramos (coisa boa, não?). De resto, resisti até a Lost!

Mas daí, depois que praticamente forçamos uns amigos a assistirem uns animes (logo contamos mais sobre eles), acabaram nos passando uns episódios de Heroes. Resisti, fiz cara feia…uma história de pessoas com poderes de super heróis querendo “save the world” (traduz-se: salvar Nova York!). Argh!

Mas o pior é que os caras são bons mesmo no que fazem, não? Vimos um, dois capítulos, chegando até a quatro seguidos por noite nos momentos mais insitgantes! Droga, nos viciaram!

Tudo isso é para dizer que continuamos achando animes e filmes melhores que esses seriados, mas, droga, confessamos, somos viciados em Heroes. O roteiro, quando parece que vai se perder em armadilhas sem saída, faz uma reviravolta e, pum, escapa e arma outra aparentemente ainda mais insolúvel. E, até agora, sem furos. Totalmente viciante. E, o mais importante, é que a segunda temporada está ainda melhor. Se ainda não viu, resista!!


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