Não sabe o que é?
visite os links abaixo e vai descobrir =)
With Arms Wide Open – Literal Video Version
A-Ha – Take on Me – Literal Vídeo Version
Música Inédita do Guns Roses – Literal Vídeo Version
Espero que curtam =)
Quanto mais perto chega do dia da mudança, mais esse tempo parece uma eternidade.
Morar numa terra de ninguém é:
Descobrir uma pomba morta na frente de casa num sábado. Passar o dia fora e esquecer a maledeta por lá. No final da noite, não agüentar o cheiro de carniça e ligar para a prefeitura remover (eu que não ia mexer naquilo). Prazo? 24h. Durante a noite, os ratos foram mais rápidos. Na quarta-feira, a prefeitura aparece procurando um cachorro morto para remover.
Iluminação pública? Para quê? Passamos cerca de três ou mais dias por mês sem luz na rua ou no quarteirão todo. Desta vez foi o feriado inteiro, até a quarta à noite. E fica um breu danado. O telefone da prefeitura (ou melhor, da terceirizada que cuida disso) está ocupado há pelo menos dois dias. É, não pode ficar ocupado, tem que ser atendimento 24h…
Nesse meio tempo, malandro achou que era uma boa pular nosso muro adentro. 4 da manhã a gente acorda com um tranco no portão e o cachorro latindo (woody, nosso cão-alarme). Edson sai na janela e ainda consegue ver o cara descendo do portão. Eu ouço ele resmungando, voz mole, “cãozinho tinhoso”. Ligamos para o vigia que fica rondando o bairro de moto e pedimos para ele passar com mais freqüência esta noite. Mas quem consegue dormir depois dessa? Na noite seguinte, montamos um bunker dentro de casa. Note escondido, portas internas trancadas, telefones junto à cama. Vigia informa que tinha encontrado o cara na esquina quando ligamos. Sentado, fumando. De boa.
Tudo isso, fora os problemas do dia-a-dia na terra de ninguém: campainha desligada para não ter que atender pedinte. (Eu disse pedinte? Antes fosse. Os pedidos são praticamente assaltos. Já viu pedinte passar mais de meia noite, acompanhado?). Ter uma área fora da casa, na garagem, onde bate um solzinho bom de manhã, mas nunca ficar por lá com medo dessas abordagens. Todo o lixo da rua que voa para dentro da garagem. Todas os carros com funk/pagode/whatever no último volume que passam na rua, ou estacionam na janela do quarto num domingo de manhã (às vezes de madrugada). Mais os caminhões que descem a ladeira brincando de montanha russa. Ter uma única padoca por perto com um pão que já sai seco do forno. Eu com certeza devo estar esquecendo mais alguma coisa.
Que a nossa fuga chegue rápido!
</post mal humorado>
Via twitters, fiquei sabendo que uma turma de ciclistas fez um protesto na marginal pinheiros, contra a transformação de um trecho de acostamento em pista de fluxo. Lendo alguns relatos, aqui e aqui, você fica sabendo como tudo aconteceu.
Mas o que me deixa fula da vida é notar que esse é só mais um protesto em que o poder público aparece, via de regra, para agir contra. Não importa se estavam certos ou não. Não importa se vivemos em um país onde se pode protestar ou não. A polícia e o poder público estão lá, a princípio, para agir como se vivêssemos em um país onde protestar é proibido. E agem como se isso justificasse qualquer escrotidão, abuso de poder e violência.
Além disso, nem me surpreendo com as atitudes dos motoristas que passam xingando. De dentro do carro, agem como se fossem os donos do mundo. Como disse aqui o Edson.. “e são”. Aqui em São Paulo, são mesmo. A cidade é deles (nossa?).
Eu ia comentar que motorista em São Paulo é capaz de reclamar para um atropelado culpando-o por sua morte piorar o congestionamento. Aqui isso nem é humor negro. Em seguida, leio que essa é a postura declarada do cara que comanda a CET.
Na última terça-feira fomos assistir à peça O Caderno da Morte, no Centro Cultural São Paulo. Essa ida já estava virando uma novela. Quando a peça estava no Sesi Leopoldina, eu e Edson peregrinamos por toda a cidade à toa: saímos atrasados para a peça. No meio do caminho, lá pela V. Madalena, decidimos mudar o programa e ir ao cinema, no Itaim. Lá, decidimos que nenhum filme ali valia nosso $ e acabamos na locadora, na V. Mariana. rs
Desta vez, não teve erro. Chegamos na hora e com tempo.
A peça é baseada no manga Death Note. Nós só tínhamos assitido à sua ótima versão em anime. A idéia é muito boa – o que aconteceria se um caderno de um shinigami caísse nas mãos do estudante mais inteligente de todo o Japão? – , a trilha é bacana, a história prende a atenção pelo suspense e pela boa amarração do roteiro.
Era um desafio e tanto levar tudo isso para o teatro, no tempo curto de uma peça. E a trupe mandou bem. O shinigami da imagem aí em cima ficou fantástico. A postura, o humor, o jeitão, tudo. Do Light Yagami, senti falta da rapidez de raciocínio e a segurança que marca o personagem do anime. Mas acho que o personagem funcionou muito bem na peça do jeito que está. Tentar ser muito fiel talvez estragasse. O shinigami da Misa Misa está muito engraçado! O L está bem como no anime, guloso igual. A complicada e ambígua relação dele com Light está super bem traduzida. As mudanças na história foram muito boas e bem resolvidas.
A peça é boa e barata, e o Centro Cultural também sempre tem uma boa programação. Vale a pena emendar um programa no outro. Uma leitura na Gibiteca (fechada apenas temporariamente) emendada com uma peça baseada em anime… quer programa mais nerd? ^^
No final, um dos atores estava fazendo aniversário e eles ficaram para bater um papo com a platéia. Fomos perguntar se a peça vai para Campinas (não vai, por falta de um espaço. Alô, Sesc?) e ficamos sabendo do blog, por onde dá para acompanhar os bastidores e caminhos do grupo.
Lá, dá para ver a participação deles no Scrap MTV e ter uma palhinha de como é o Shinigami na peça:
Esta é uma coisa que há alguns meses eu e a Maíra estávamos resolvendo e finalmente chegamos “no finalmente”. Eu e a Maíra estamos se separando por motivos que não convém colocar aqui e por esse motivo irei parar de postar nesse blog pois o nome dele perde-se todo o sentido com o divórcio.
Então eu irei criar o blog laboratorionerd.evonblogs.com.br e estarei lá para quem acompanhava meus posts a partir da semana que vem.
Para quem seguia o blog pela Maíra por enquanto ela vai se manter aqui, embora ela confirmou para mim que também irá mudar o nome.
Aos meus amigos que não estavam sabendo da notícia podem ficar sossegados que terminamos numa boa, eu e a Maíra somos adultos o suficiente para não terminar um relacionamento de 10 anos sem ter sido de forma matura.
Dói claro, como toda separação. Mas acreditamos que vai ser melhor para os dois.
Abraços a todos e quem quiser me contatar me mande email.
PS: Obviamente 1º de Abril =D