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	<title>Casal 10 &#187; anime</title>
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	<description>As desventuras de um casal nérdico</description>
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		<title>Guru guru mawaru!</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 22:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maíra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos motivos de termos partido para Bersek é ter visto um anime bem levinho e divertido antes.
O título do post é a parte mais grudenta da música de abertura de School Rumble. Cena: eu e Edson malucos pela casa cantando e girando. Tá, melhor não visualizar. Eu e Edson cantando Guru guru mawaru pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos motivos de termos partido para <a href="http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/2246">Bersek</a> é ter visto um anime bem levinho e divertido antes.</p>
<p>O título do post é a parte mais grudenta da música de abertura de <a href="http://www.animeblade.com.br/reviews/?review=458">School Rumble</a>. Cena: eu e Edson malucos pela casa cantando e girando. Tá, melhor não visualizar. Eu e Edson cantando Guru guru mawaru pelo Twitter. Não, isso não é suficiente. Cante você também!</p>
<p><iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/2995y8RQ2ek" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Haha, eles pegaram só a parte grudenta para o vídeo!</p>
<p>Pronto, agora dá para falar mais do anime. Lançado em 2004, School Rumble é uma comédia adolescente, contando o dia a dia em uma escola no Japão.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-2257" title="school_rumble" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2011/05/school_rumble_02r-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />O legal dele é que não é um anime de comédia romântica&#8230; só. As finalizações de cena e de histórias são muito boas. O roteiro mantém o anime sempre, sempre bem humorado. Ele pode contar uma tragédia em um momento, pode contar um momento triste, ou emotivo, mas quando você acha que tudo vai descambar para a pieguice, ele finaliza com um ato desastrado de um personagem, ou uma beladuma resposta corta-clima, qualquer coisa que quebre a expectativa e ridicularize o que você estava esperando. <img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2260" title="harima" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2011/05/kenji_harima2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Fora que todo episódio tem uma cena de &#8220;batalha&#8221;, com os pretextos mais bizarros. Muito engraçado.</p>
<p>E aí você vai querer cantar guru guru mawaru de novo e assistir mais, e mais.</p>
<p>Vamos lá, junto com a gente!<br />
Gu-ru Gu-ru Ma-wa-ru Gu-ru Gu-ru Ma-wa-ru Gu-ru Gu-ru Ma-wa-ru<br />
Gu-ru Gu-ru Ma-wa-ru Gu-ru Gu-ru Ma-wa-ru Gu-ru Gu-ru Ma-wa-ru</p>
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		<title>Bruto</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 22:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maíra</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[diversão]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[bersek]]></category>

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		<description><![CDATA[Recuperando pontos otakus, assistimos, finalmente, a Bersek.
Aliás, nessa onda de assistir animes que cansaram de nos recomendar, estamos descobrindo de onde vem a fama de anime como um produto violento e&#8230; porn. rs
No caso, estamos falando de um anime violento mesmo. Isso considerando que, segundo lemos, a violência do mangá foi amenizada!
Bom, mas vamos lá. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-2250" title="bersek0" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2011/05/bersek0-300x225.jpg" alt="" width="270" height="203" />Recuperando pontos otakus, assistimos, finalmente, a <a href="http://www.animeshade.com/index.php?page=Resenhas/Berserk">Bersek</a>.</p>
<p>Aliás, nessa onda de assistir animes que cansaram de nos recomendar, estamos descobrindo de onde vem a fama de anime como um produto violento e&#8230; <em>porn</em>. rs</p>
<p>No caso, estamos falando de um anime violento mesmo. Isso considerando que, segundo lemos, a violência do mangá foi amenizada!</p>
<p>Bom, mas vamos lá. O anime cumpre um de nossos pré-requisitos que é ter poucos episódios. São apenas 25. É de 1997, então há que se relevar a qualidade técnica. Apesar disso, a série tem imagens lindíssimas. As cenas de batalha são especialmente trabalhadas e parecem quadros. Talvez por falta de dinheiro até para produzir a animação completa das cenas (será?), mas não importa. O resultado é bonito.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-2247" title="Berserk1" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Berserk4.jpg" alt="" width="200" height="148" /></p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-2251" title="bersekG" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2011/05/bersekG-300x225.jpg" alt="" width="192" height="144" /></p>
<p>O personagem principal é Guts, um guerreirão bruto, com um passado idem, e que carrega uma espada gigantesca. Ele vive por sua espada e esta é sua vida até encontrar Griffith, o personagem mais complexo da série. O encontro inicial é de contraste entre a brutalidade de um e a delicadeza de outro. A história vai revelando outros aspectos de cada um.</p>
<p>Além dos dois, os outros personagens também são bem construídos. Há as caricaturas, claro, mas os personagens são coerentes e consistentes ao longo do enredo, mesmo os mais secundários. Destaque para a personagem feminina do bando, Caska, uma líder guerreira com vários conflitos que essa posição traz, e que muda bastante do começo ao fim do anime.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2248" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="Berserk2" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Berserk5.jpg" alt="" width="180" height="135" />A trilha sonora é muito bonita. O final (não vou contar!) é um tanto&#8230; exagerado talvez. Mais não digo.</p>
<p>O saldo é positivo. Não entrou para os nossos melhores, mas foi muito bom.</p>
<p>Não achei notícias mais recentes do próximo anime, anunciado no ano passado. Mas já tem alguns <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lihPs4BoDvo">teasers</a> rolando pela internet.</p>
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		<title>Sangue!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 22:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maíra</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[rpg]]></category>

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		<description><![CDATA[Blood Plus foi mais um dos ótimos animes que meu maninho nos apresentou. Viciamos. Serviu até de inspiração para o meu personagem de RPG mais longevo até o momento, a Saya (versão ilustrada).
Você pode fazer como nós, e começar pela série Blood +, de 2006, ou assistir primeiro ao movie, de 2000, Blood: The Last [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/blood1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1933" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="blood1" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/blood1-201x300.jpg" alt="blood1" width="201" height="300" /></a>Blood Plus foi mais um dos ótimos animes que meu maninho nos apresentou. Viciamos. Serviu até de inspiração para o meu personagem de RPG mais longevo até o momento, a <a href="http://www.taulukko.com.br/blog/grimorium/931">Saya</a> (versão <a href="http://www.taulukko.com.br/blog/grimorium/1034">ilustrada</a>).</p>
<p>Você pode fazer como nós, e começar pela série <a href="http://www.animehaus.com.br/site/index.php?secao=10&amp;t=blood&amp;pg=1&amp;id=516">Blood +</a>, de 2006, ou assistir primeiro ao movie, de 2000, <a href="http://www.animehaus.com.br/site/index.php?secao=10&amp;t=blood&amp;pg=1&amp;id=39">Blood: The Last Vampire</a>. O filme, de 48 minutos, tem um visual e uma trilha sonora que deixa tudo mais sombrio. Quanto à história, muita coisa fica por contar. O que te leva à série, de 50 episódios.</p>
<p>Na série, você acompanha a história de Saya, uma estudante que não se lembra do que aconteceu até um ano antes. Junto com ela, vamos descobrindo um passado riquíssimo em histórias e dramas. Nesse ponto, a história segue um modelo comum de &#8220;<span id=":12f" dir="ltr">mocinho que é normal e vira um fodão&#8221;, que é uma fórmula que invariavelmente funciona. </span></p>
<p><span id=":12f" dir="ltr">Mas a série não é boa só por isso. O que cativa mesmo é o carisma da personagem principal, a Saya, e sua belíssima relação com Hagi. Não dou detalhes sob pena de estragar a história. Mas é algo realmente marcante. O personagem rendeu até mesmo um excelente cosplay </span>no último evento de anime a que fui, acompanhando a nossa sobrinha, a Fabi. O cara caprichou muito! Os cachos no cabelo, a flor, a mão enfaixada e até mesmo a postura.</p>
<p>O anime também não nos poupa de cenas fortes e tristes &#8211; em Blood +, isso acontece, por exemplo, com a história da Saya com seus irmãos Kai e Riku. O que também é uma característica que apreciamos bastante nos animes. Fullmetal Alchemist<em></em> tem um tanto disso. São desenhos para adultos, afinal. E, podemos estar enganados, mas nos parece que mesmo os que são feitos para crianças também têm essa característica. Até um <a href="http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/19">Kogepan</a>. Japoneses que nos corrijam, mas há um jeito bem diferente de lidar com as crianças em sua cultura, não?</p>
<p>Vale dizer aqui também que assisti esse anime sem conhecer muito sobre as regras do mundo vampirístico. Depois, soube que os RPGs de vampiro usam alguns conceitos que aparecem no anime. Para mim, tudo foi novidade. Os chevaliers, por exemplo, que são personagens bem interessantes.</p>
<p>Especialmente bom é o trecho que volta à infância de Saya e Hagi e também o final, que achei excelente.</p>
<p>Ah, não vimos o live action nem o jogo. São bons?</p>
<p>Foda mesmo, que eu sei, são os <a href="http://www.amazon.com/gp/product/B000FAO97U?ie=UTF8&amp;tag=femdolling-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B000FAO97U">action figures</a>!!</p>
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		<title>Claymore</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 21:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maíra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É, faz um tempão que vimos, mas não dá para deixar de contar aqui.
Claymore é uma série com 26 episódios (sabem que só assistimos séries com menos de 75 episódios, né? E esse limite só é alto assim por conta de Monster), que conta a história de Clare, que faz parte de uma ordem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/claymore1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1925" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="claymore1" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/claymore1-300x168.jpg" alt="claymore1" width="300" height="168" /></a>É, faz um tempão que vimos, mas não dá para deixar de contar aqui.</p>
<p>Claymore é uma série com 26 episódios (sabem que só assistimos séries com menos de 75 episódios, né? E esse limite só é alto assim por conta de <a href="http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/63">Monster</a>), que conta a história de Clare, que faz parte de uma ordem de guerreiras que usam a gigante espada que dá nome ao grupo e ao anime.</p>
<p>A série já começa mostrando bem o que significa ser uma dessas guerreiras. Quando Clare chega a uma cidade para combater um monstro &#8211; youmas, que só elas têm poder para combater -, a reação dos moradores é de medo e de raiva ao mesmo tempo. Parece que ficam divididos entre tolerar o monstro ou tolerar a sua presença ali &#8211; e se conformam com o menor dos males. Ainda assim, ela chega como que já acostumada a essa reação e ciente da importância de sua missão. Enfrenta tudo com coragem. Mantém a postura. Sabe de sua solidão.</p>
<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Claymore3.jpg"><img class="size-medium wp-image-1927 alignright" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="Claymore3" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Claymore3-300x168.jpg" alt="Claymore3" width="300" height="168" /></a>Até que um menino vem para quebrar esse isolamento. É só aos poucos que a história e os motivos de Clare e das Claymore se revela, em uma seqüência que nos toma completo pela emoção. São episódios e cenas marcantes. Relações fortes, emoções à flor da pele, que se revelam por trás da frieza e placidez aparente da organização.</p>
<p>Claymore tem algumas qualidades que a gente especialment gosta nos animes. Uma delas é essa total falta de pressa em contar as motivações e origens do personagem. Isso acontece também em <a href="http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/135">Kino no Tabi</a>. Tudo é contado ao seu tempo, e o resultado é que a gente já está apegado ao personagem antes mesmo de entender suas motivações.</p>
<p>Em vários momentos, a personagem, e um pouco de sua relação com Raki, nos lembrou de outra personagem de anime, a Saya, de <a href="http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/1932">Blood Plus</a> (como não tínhamos falado desse anime aqui ainda?), e seu &#8220;escudeiro&#8221;, Hagi.</p>
<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Claymore2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1926 alignleft" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="Claymore2" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Claymore2-300x168.jpg" alt="Claymore2" width="300" height="168" /></a>Nós vimos poucos animes de ação e &#8220;combate&#8221;, porque não é um tema que nos agrada. Nos parecem todos iguais. Além de terem aquela mania chatíssima de ficar explicando os poderes e cenas, aquele combate didático, sabe? Claymore, porém, apesar de ter um pouco desse estilo, tem cenas muito superiores e acaba se destacando. No <a href="http://www.animehaus.com.br/site/?secao=10&amp;id=387">review no AnimeHaus</a>, o autor diz que há muita semelhança com Bersek, que não vimos. Não sei se Bersek também tem esse envolvimento que nos prendeu a Claymore. Os personagens são fortes, sem virarem caricatos.</p>
<p>Para completar, Claymore tem uma trilha sonora foda, segundo memória do marido-nerd. E toda a qualidade de mais um excelente anime da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Madhouse_%28company%29">MadHouse</a>, dirigido por Hiroyuki Tanaka.</p>
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		<title>Brincando com o tempo</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 20:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maíra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse veio por algum link no GReader. Tava lá para baixar, com a indicação de que tinha sido eleito o Melhor Filme de Animação no Japanese Academy Awards 2007. Pesquisei, li com cuidado uma ótima crítica no AnimeHaus (fugindo dos spoilers) e, dias depois&#8230; (bem vindo ao mundo 3G), conseguimos assistir a Toki wo Kakeru [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/9-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1919" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="TokiWoKakeruShoujo" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/9-1-300x163.jpg" alt="TokiWoKakeruShoujo" width="300" height="163" /></a>Esse veio por algum link no GReader. Tava lá para baixar, com a indicação de que tinha sido eleito o Melhor Filme de Animação no Japanese Academy Awards 2007. Pesquisei, li com cuidado uma ótima crítica no <a href="http://www.animehaus.com.br/site/?secao=10&amp;pg=1&amp;id=380">AnimeHaus</a> (fugindo dos spoilers) e, dias depois&#8230; (bem vindo ao mundo 3G), conseguimos assistir a <em>Toki wo Kakeru Shoujo &#8211; A Garota que Conquistou o Tempo<em>.</em></em></p>
<p>O anime é mesmo muito bonito &#8211; &#8220;fofo&#8221;, como diz o <a href="http://casal10.evonblogs.com.br/quem-somos">marido-nerd</a>. O longa, de 98 minutos, conta a história de uma estudante, Konno Makoto, em um dia daqueles em que tudo dá errado. Em um momento crítico, sem querer, ela acaba voltando no tempo e tenta consertar as coisas. O tema é velho, ok. O anime é, afinal, baseado em um romance homônimo de Tsutsui Yasutaka, lançado em 1972. <a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/TwKS2.png"><img class="alignright size-medium wp-image-1921" title="TwKS2" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/03/TwKS2-300x168.png" alt="TwKS2" width="300" height="168" /></a>Mas o roteiro é muito bem feitinho e ainda consegue surpreender. Assim como em <a title="leia o post!" href="http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/1852">Samurai Champloo</a>, os personagens principais formam um trio, com uma menina e dois garotos, que funciona muito bem. O tema, mais uma vez, é a relação entre os amigos, mais ainda que as brincadeiras de Konno com o tempo. São amigos, descobrindo ainda como lidar com os problemas do mundo adulto que se aproxima.</p>
<p>Como já esperado de um anime da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Madhouse_%28company%29">Madhouse</a> (Death Note, Trigun, Metropolis, <a href="http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/1924">Claymore</a> &#8230;), a qualidade técnica é excelente. Tudo é suave &#8211; o tom do roteiro, as emoções, o traço, a trilha. Mais detalhes sobre os responsáveis por essa ótima combinação, no <a href="http://www.animehaus.com.br/site/?secao=10&amp;pg=1&amp;id=380">review do AnimeHaus</a>.</p>
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		<title>Street anime</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 19:21:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maíra</dc:creator>
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		<category><![CDATA[samurai champloo]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de Mushishi, acabei perdendo o pé da seqüência de animes que assistimos. Intercalamos episódios de House, Dexter e Heroes e acabei não contando que vimos Claymore &#8211; ótimo &#8211; e Full Metal Alchmist. Volto aos dois depois, porque em seguida assistimos a Samurai Champloo e esse não quero deixar passar.
O Edson lembra que já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/12/samurai-champloo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1853" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="samurai champloo" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/12/samurai-champloo-300x225.jpg" alt="samurai champloo" width="300" height="225" /></a>Depois de <a title="leia o post!" href="http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/1169">Mushishi</a>, acabei perdendo o pé da seqüência de animes que assistimos. Intercalamos episódios de House, Dexter e Heroes e acabei não contando que vimos Claymore &#8211; ótimo &#8211; e Full Metal Alchmist. Volto aos dois depois, porque em seguida assistimos a <a title="Veja no Hinata Sou!" href="http://www.hinata.xpg.com.br/paginas2/index.php?page=klauss/champloo.html">Samurai Champloo</a> e esse não quero deixar passar.</p>
<p>O Edson lembra que já tinha tentado me fazer assistir a Samurai Champloo lá no começo, um pouco antes da gente ver <a title="na wiki" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Vision_of_Escaflowne">Vision of Escaflowne</a>, e eu não tinha gostado. Na época, eu quase não conhecia nada de anime e só me rendi depois a Escaflowne por conta da excelente trilha sonora.</p>
<p>Depois um monte de animes excelentes e com medo de ver alguma coisa ruim, acabei cedendo. Ainda bem que só cedi agora. Champloo é ótimo. Mas ele é melhor ainda depois de já ter assistido um monte de animes diferentes e, mais ainda, depois de ter visto <a title="Não assistiu? Veja no Hinata!" href="http://www.hinata.xpg.com.br/paginas2/index.php?page=klauss/cowboy.html">Cowboy Bebop</a>, também do gênio <a title="na wiki" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Shinichiro_Watanabe">Shinichiro Watanabe</a>.</p>
<p><em>(Bebop e Escaflowne têm ainda mais uma ligação, que é a presença da maravilhosa compositora <a title="na wiki" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Yoko_Kanno">Yoko Kanno</a> na trilha sonora. Ela está também em <a title="na wiki" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wolf%27s_Rain">Wolf´s Rain</a>.)</em></p>
<p>É que só depois de estar acostumada à linguagem dos animes bons e alguns ruins, e só depois de ter experimentado um anime regado à jazz como Cowboy Bebop é que é possível curtir de verdade um anime regado a hip-hop como Champloo.</p>
<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/12/samurai_champloo_04.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1854" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="samurai_champloo" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/12/samurai_champloo_04-300x168.jpg" alt="samurai_champloo" width="300" height="168" /></a>Porque, para Watanabe, a trilha sonora não é apenas ilustração, ambientação. A trilha é a base de toda a narrativa. Em Bebop, não vemos apenas batalhas aéreas ao som de jazz (o que por si só já é surpreendente e único), mas personagens que vivem do improviso em um roteiro que segue o mesmo ritmo do bebop. Não entendo muito de música, mas uma característica que <a href="http://www.jazzbossa.com/sabatella/03.03.bebop.html">li</a> desse estilo lembra bastante a estrutura da série:</p>
<blockquote><p>&#8220;Os músicos tocavam o tema (&#8220;the head&#8221;) de uma peça, geralmente em uníssono, daí revezavam tocando solos baseados na progressão de acordes da peça, e finalmente tocavam a melodia novamente.&#8221;</p></blockquote>
<p>Isso bate bastante tanto com a estrutura de cada episódio, que tem uma história independente, quanto da série como um todo: que tem uma história de fundo sustentando uma seqüência de solos e improvisos.</p>
<p>Imagino que assistir a Bebop e Champloo seja ainda mais interessante para quem entende muito de música.</p>
<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/12/jin.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1855" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="jin" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/12/jin-300x174.jpg" alt="jin" width="300" height="174" /></a>Em Champloo, também experimentamos a surpresa do anacronismo quando ouvimos uma trilha de hip-hop sobre uma história que se passa no Japão da era <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tokugawa">Tokugawa</a>. E esse <a title="Veja outros anacronismos da série" href="http://www.spookhouse.net/angelynx/comics/anachronisms.html">anacronismo</a> está também em todo o roteiro. Em um dos 26 episódios, por exemplo, um grupo de herdeiros de um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dojo">dojo</a> se sente desestimulado de seguir a vida samurai e encontra um outro meio de se expressar: o grafite. Sim, são samurais grafiteiros! Como uma boa cultura de rua deve ser.</p>
<p>A narrativa segue o ritmo do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hip_hop">hip-hop</a>. Nem sempre linear, intercalada com cortes em scratches e intervenções de um narrador, que atua como um MC, apresentando a história, contextualizando, dando opiniões e mandando mensagens. Aliás, vamos à história: Fuu é uma garçonete que cria coragem de ir atrás de um tal &#8220;samurai que cheira a girassóis&#8221; (sem spoiler sobre quem é ele, né?) quando dois samurais &#8220;fodões&#8221; aparecem em sua vida. Mugen e Jin são praticamente opostos: Jin é o clássico samurai. Mugen? Bem, veja mais abaixo. Ela convence ambos a irem com ela nessa jornada que atravessa o país. Essa é a história de fundo. A cada episódio, uma surpresa. Histórias de viagens são sempre boas, né? <a href="http://casal10.evonblogs.com.br/bytes/135">Kino-no-Tabi</a>, Mushishi&#8230;</p>
<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/12/mugen-e-fuu.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1856" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="mugen e fuu" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/12/mugen-e-fuu-300x225.jpg" alt="mugen e fuu" width="300" height="225" /></a>Assim como Spike é o personagem que mais traduz o jazz em Bebop, em Champloo é <a title="Hobby figure" href="http://www.hobbyfigures.com/product.php?id=1">Mugen</a> quem incorpora o espírito hip-hop. Ele luta com os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a_hip_hop">movimentos da dança de rua</a>, se veste com a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Moda_do_hip_hop">moda larga</a> que ajuda nesses movimentos e leva a vida com a atitude subsersiva da cultura das ruas. Mugen é um pirata hip-hop (porque tudo que tem piratas é mais legal!).</p>
<p>Mas não é só isso. Champloo é também o anime que tem o melhor episódio de recap existente. Desafio a me mostrarem um melhor. &#8220;Recap&#8221; é como chamam aqueles episódios que aparecem lá pelo meio do anime apenas para recapitular a história até ali. Em Wolf&#8217;s Rain é insuportável. São vários episódios apenas repetindo as cenas que já vimos. Não acaba nunca mais. O inferno. Em Champloo, Mugen e Jin encontram um diário de Fuu e somos reapresentados à história a partir da visão dela, com os comentários de Mugen e Jin. É hilário. Além de ser divertido ver tudo sob outra perspectiva, ganhamos de brinde alguns detalhes novos, que não haviam aparecido antes.</p>
<p>Champloo também é um anime que traz temas bem ousados para seus episódios, como a homossexualidade, o uso de drogas e religião, com um tratamento sóbrio, sensível e sensato.</p>
<p>Por fim, algumas semelhanças com Bebop que não conseguimos deixar passar:</p>
<p>Os personagens vivem morrendo de fome! Watanabe deve ser um cara para lá de faminto. rs</p>
<p>Champloo também tem o seu &#8220;episódio monstro da geladeira&#8221;. Aquele episódio totalmente nonsense no meio da série, fora da narrativa e da lógica do mundo, sabe? Muito bom! Conte qual você acha que é o &#8220;epi monstro da geladeira&#8221; de Champloo nos comentários!</p>
<p>As duas séries têm ótimas aberturas, apesar de Bebop ainda manter o topo no <em>ranking</em> de melhores aberturas de anime <em>ever</em>.</p>
<p>E ambos, no final das contas, falam da mesma coisa: um grupo que não é lá muito unido, mas que descobre o companheirismo ao longo das aventuras por que passam juntos.</p>
<p>Vai assistir, né?</p>
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		<title>Death Note no teatro</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 03:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maíra</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[death note]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última terça-feira fomos assistir à peça O Caderno da Morte, no Centro Cultural São Paulo. Essa ida já estava virando uma novela. Quando a peça estava no Sesi Leopoldina, eu e Edson peregrinamos por toda a cidade à toa: saímos atrasados para a peça. No meio do caminho, lá pela V. Madalena, decidimos mudar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hinata-sou.com.br/paginas2/index.php?page=klauss/death.html"><img class="alignright" title="anime" src="http://www.hinata.xpgplus.com.br/imagens/episodios/death/2.gif" alt="" width="259" height="147" /></a>Na última terça-feira fomos assistir à peça <a title="programação" href="http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_teatro.asp#caderno">O Caderno da Morte, no Centro Cultural São Paulo</a>. Essa ida já estava virando uma novela. Quando a peça estava no Sesi Leopoldina, eu e Edson peregrinamos por toda a cidade à toa: saímos atrasados para a peça. No meio do caminho, lá pela V. Madalena, decidimos mudar o programa e ir ao cinema, no Itaim. Lá, decidimos que nenhum filme ali valia nosso $ e acabamos na locadora, na V. Mariana. rs</p>
<p>Desta vez, não teve erro. Chegamos na hora e com tempo. <img src='http://casal10.evonblogs.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A peça é baseada no <a title="manga da JBC" href="http://mangasjbc.uol.com.br/titulos/death-note/">manga</a> Death Note. Nós só tínhamos assitido à sua ótima versão em <a href="http://www.hinata-sou.com.br/paginas2/index.php?page=klauss/death.html">anime</a>. A idéia é muito boa &#8211; o que aconteceria se um caderno de um shinigami caísse nas mãos do estudante mais inteligente de todo o Japão? &#8211; , a trilha é bacana, a história prende a atenção pelo suspense e pela boa amarração do roteiro.</p>
<p>Era um desafio e tanto levar tudo isso para o teatro, no tempo curto de uma peça. E a trupe mandou bem. O shinigami da imagem aí em cima ficou fantástico. A postura, o humor, o jeitão, tudo. Do Light Yagami, senti falta da rapidez de raciocínio e a segurança que marca o personagem do anime. Mas acho que o personagem funcionou muito bem na peça do jeito que está. Tentar ser muito fiel talvez estragasse. O shinigami da Misa Misa está muito engraçado! O L está bem como no anime, guloso igual. A complicada e ambígua relação dele com Light está super bem traduzida. As mudanças na história foram muito boas e bem resolvidas.</p>
<p>A peça é boa e barata, e o Centro Cultural também sempre tem uma boa programação. Vale a pena emendar um programa no outro. Uma leitura na Gibiteca (fechada apenas temporariamente) emendada com uma peça baseada em anime&#8230; quer programa mais nerd? ^^</p>
<p>No final, um dos atores estava fazendo aniversário e eles ficaram para bater um papo com a platéia. Fomos perguntar se a peça vai para Campinas (não vai, por falta de um espaço. Alô, Sesc?) e ficamos sabendo do <a href="http://cadernodamorte.blogspot.com/">blog</a>, por onde dá para acompanhar os bastidores e caminhos do grupo.</p>
<p>Lá, dá para ver a participação deles no Scrap MTV e ter uma palhinha de como é o Shinigami na peça:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/pCyNHQo4rNc&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pCyNHQo4rNc&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Mushishi</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 02:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maíra</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[diversão]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Ir para o lado dos Mushis não é como morrer normalmente. Um Mushi é alguma coisa entre a vida e a morte. É alguma coisa humana e matéria ao mesmo tempo. É como algo que vive enquanto você morre. Isso não é mais cruel do que experimentar a morte por um instante? Lentamente, a alma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>&#8220;Ir para o lado dos Mushis não é como morrer normalmente. Um Mushi é alguma coisa entre a vida e a morte. É alguma coisa humana e matéria ao mesmo tempo. É como algo que vive enquanto você morre. Isso não é mais cruel do que experimentar a morte por um instante? Lentamente, a alma humana se dispersa quando segue para um lugar desses.&#8221;</em></p></blockquote>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1170" style="margin-right: 4px;" title="mushishi" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/03/mushishi.jpg" alt="mushishi" width="374" height="270" /></p>
<p>Quando terminamos o último episódio de <a title="site oficial, em japonês" href="http://www.mushishi.jp">Mushishi</a>, bateu aquela saudade&#8230; Isso porque, quando estava chegando no final, começamos a &#8220;economizar&#8221;. Víamos um por semana, para não acabar.</p>
<p>O <a title="Episódios, no Hinata Sou" href="http://www.hinata-sou.com.br/paginas/index2.php?page=magmadiver/mushishi.html">anime</a>, baseado no <a title="na Livraria Cultura" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/catalogo/busca.asp?tipoBusca=1&amp;pagina=1&amp;precomax=0&amp;par=235220&amp;cidioma=&amp;ordem=disponibilidade&amp;nautor=0&amp;neditora=0&amp;n1=0&amp;n2=0&amp;n3=0&amp;palavratitulo=Mushishi&amp;palavraautor=&amp;palavraeditora=&amp;palavraassunto=&amp;modobuscatitulo=pc&amp;modobuscaautor=pc&amp;refino=&amp;sid=0127183591132285937848946&amp;k5=2DDB69E8&amp;uid=">mangá</a> de Yuki Urushibara, é simplesmente lindo.</p>
<p>São 26 episódios que acompanham o caçador/estudioso de mushis, Ginko, em suas andanças por pequenos vilarejos no Japão. Cada episódio conta uma de suas histórias, cada um com uma mensagem única.</p>
<p>Ginko não é só um caçador de mushis (mushishi), mas alguém que vê esses seres como mais uma forma de vida e tenta sempre conciliar da melhor maneira possível a preservação de todas elas &#8211; humanas e da natureza. A sua história mesmo só é contada lá pelo final do anime. Nem sempre há respostas certas. Nem tudo precisa de explicação.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1174" style="margin-left: 4px; margin-right: 4px;" title="mushishi" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/03/mushishi25_1.jpg" alt="mushishi" width="347" height="194" />A beleza está em toda parte. Desde as belíssimas paisagens, mostradas sem pressa em cenas que parecem pinturas, até à sensibilidade com que são narradas ações e emoções humanas.</p>
<p>A trilha sonora é fantástica (são dois cds, tem para baixar por aí) e traduz perfeitamente o tom do desenho, embalando a fantasia, em um ritmo que respeita o tempo que cada história pede para ser contada.</p>
<p>Vale a pena colaborar com esse tempo e assistir apenas a um episódio por vez. Não é preciso pressa para assimilar as histórias.</p>
<p>A indicação veio do meu maninho, que só me passa animes bons. ^^ Li por aí que tem um live action deste anime, que teve até premiere no Festival de Veneza de 2006. Se alguém viu, nos conte se vale a pena.</p>
<p>Update (6 de abril): assistimos ao live action no final de semana e atestamos que vale mesmo a pena. As paisagens estão lindas, está lá a linda história do cara que quer capturar o arco-íris, tudo com efeitos muito bem feitos. Os cenários e personagens são iguaizinhos! Massa demais de ver! Só sentimos falta da trilha sonora original. A do filme é linda, mas a do anime é até covardia, né?</p>
<p><em>Mushi no Theme, do primeiro vol. da trilha sonora:</em><br />
<em>Música de abertura: </em></p>
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		<title>Lain</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 03:16:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maíra</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[pós-modernidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Assistimos também, esta semana, a outro anime, Serial Experiments Lain.
A série é curta, com 13 episódios, e é de 1998. Pense no impacto da presença da internet há dez anos e em todas as discussões que surgiram naquela época. Os limites cada vez mais finos entre realidade e virtualidade, as definições de memória, as múltiplas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A<a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2008/07/lain.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-141" style="float: right; margin-left: 2px; margin-right: 2px;" title="lain" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2008/07/lain.jpg" alt="Lain" width="240" height="180" /></a>ssistimos também, esta semana, a outro anime, <a title="wiki" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Serial_Experiments_Lain" target="_blank">Serial Experiments Lain</a>.</p>
<p>A <a href="http://www.meikai-animes.com/index.php?mod=media_itens&amp;med_id=566" target="_blank">série</a> é curta, com 13 episódios, e é de 1998. Pense no impacto da presença da internet há dez anos e em todas as discussões que surgiram naquela época. <a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2008/07/lain2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-143" style="float: left; margin-left: 2px; margin-right: 2px;" title="lain2" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2008/07/lain2.jpg" alt="Lain" width="161" height="343" /></a>Os limites cada vez mais finos entre realidade e virtualidade, as definições de memória, as múltiplas personalidades que assumimos na vida e na internet, a conexão e o afastamento da humanidade através da rede etc. Junte ainda algumas teorias da conspiração a respeito de controle da mente através da internet ou mesmo de ondas eletromagnéticas da Terra.</p>
<p>Está tudo no anime, em uma história bem intrincada, cheia de efeitos e, em vários momentos, assustadora.  As cenas são cheias de referências a teorias e informações altamente nérdicas que rendem vários níveis de interpretação. Vale a pena para quem não se importa com finais que não necessariamente explicam tudo&#8230; O Edson fica muito irritado com isso. rs. Eu não ligo e até gostei da série. Só que, depois de tantos anos de internet, depois de matrix, depois de aulas de semiótica na faculdade, e mais as aulas de pós-modernidade da minha mãe&#8230; tudo parece um repeteco, hoje, dez anos depois. Não que a questão esteja esgotada, mas deve ter perdido bastante do impacto da época em que foi lançada.</p>
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		<title>Kino!</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 02:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maíra</dc:creator>
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		<category><![CDATA[rpg]]></category>
		<category><![CDATA[série]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando alguém vê um pássaro voando nos céus, dizem que sente-se vontade de sair numa viagem…
Há alguns dias terminamos de assistir mais um anime muito bom, chamado Kino no Tabi. A série é curta, tem apenas 13 episódios e conta a história de Kino, uma viajante que anda pelo mundo com seu &#8220;motoroad&#8221; falante, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2008/07/kino.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-136" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px; float: right;" title="kino" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2008/07/kino.jpg" alt="Kino" width="176" height="127" /></a><em>Quando alguém vê um pássaro voando nos céus, dizem que sente-se vontade de sair numa viagem…</em></p></blockquote>
<p>Há alguns dias terminamos de assistir mais um anime muito bom, chamado <a title="anime" href="http://www.meikai-animes.com/index.php?mod=media_itens&amp;med_id=531" target="_blank">Kino no Tabi</a>. A série é curta, tem apenas 13 episódios e conta a história de Kino, uma viajante que anda pelo mundo com seu &#8220;motoroad&#8221; falante, o Hermes.</p>
<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2008/07/kino2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-137" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px; float: left;" title="kino2" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2008/07/kino2.jpg" alt="Kino e Hermes" width="243" height="138" /></a>O mundo, nesse anime, tem uma série de &#8220;cidades-estado&#8221;, um bem distante e diferente do outro. Em um, por exemplo, as pessoas desenvolveram tanto a tecnologia, que não precisam mais trabalhar. Em outro, as pessoas viviam em busca do melhor jeito de parar de guerrear com o país vizinho, em outro&#8230;</p>
<p>Poderia ser uma seqüencia de liçõezinhas de moral bobas. Mas, não. Kino passa pelos lugares como uma viajante mesmo, com profundo respeito e neutralidade pelo modo de vida de cada um, impondo-se o limite de ficar apenas três dias em cada lugar. Às vezes, parece até frieza. Mas não é tão simples. E é bom viajar com ela.</p>
<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2008/07/kino1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-138" style="float: right; margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="kino1" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2008/07/kino1.jpg" alt="Kino e Hermes" width="250" height="140" /></a>Kino raramente interfere em um modo de viver local, e seu senso de justiça e bondade ou maldade é único. Aqui em casa, rendeu altas discussões sobre tendência de personagem em RPG rs. Mas também belas reflexões sobre a vida.</p>
<p>Falta agora assistir aos OVAs. Vamos ver se mantêm a qualidade.</p>
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