Uma vez copiaram uma imagem que eu criei sem dar os créditos, não sabia se ficava contente ou chateado.
Mas dessa vez o lance foi mais embaixo. Um site copiou totalmente um post meu. Título, texto, links, tudo.
Normalmente em blogs você não copia o texto, você faz um comentário e aponta para a fonte. Até porque textos em blog são pessoais, refletem totalmente a opinião do autor. Mas até ai pensei: “pô pode ser um garoto que ta aprendendo e tal”
Ai postei 2 comentários:
1o) Quando postar, o legal é colocar a fonte http://casal10.evonblogs.com.br/?p=838
Depois pensei um pouco e coloquei outro comentário
2o) Na realidade o legal mesmo, é fazer um comentário e ceder o link para a matéria em vez de copiar.
Minutos depois ele apagou o primeiro e ai a Má ficou p*** da vida e mandou outro comentário:
3o) Que interessante… você copia o post do nosso blog na íntegra, não dá o link para o lugar original, não dá os créditos e agora aprova só um dos comentários do autor original. Interessante que o comentário que não foi aprovado é justamente o que tinha o link para o post original…
Ai ele respondeu por email:
em um ditado assim: Apressado come crú.
Eu tinha reiniciado a máquina pq vira e meche tenho problemas de conexão
E por Deus eu ia colocar a fonte com o link de vcs.
Mais agora nem de joelhos eu coloco mais por causa da itolerância de vcs.
vai ficar sem link
sinto muito.
Logo eu que sou uma pessoa contra direitos autorais e me acontece uma dessa. Não ligo de copiarem o texto mas por favor, cite a fonte. Não lembra onde leu? Ok, entenderei mas se eu der um toque não tem desculpa de não saber onde leu, ou onde copiou.
Fui educado, não fui mal educado. Aliás, fui bem tolerante e de fato não me importo. Acho mais legal citar o link e não copiar, mas se copiar cita a fonte, não vou processar. Mas não tem motivos para ser mal educado, o mundo anda melhor quando não tem direitos autorais mas melhor ainda quando existe tolerância e educação.
Enfim, para quem quiser ver o post original:
http://casal10.evonblogs.com.br/?p=838
E a cópia:
http://oskaras.com/blog/firefox-4-vem-ai-e-vai-suportar-html
PS: Como ele editou o post, fica a screen que tirei enquanto estava plagiado. E nada da fonte.

Essa deu no G1!
Na Flórida uma mãe começa a brigar com o filho de 11 anos para ele tomar remédio. No meio da discussão o “piá” machuca a mãe e faz um pequeno corte no rosto dela. Ela não poderia ficar para trás, liga para a polícia para prender o filho. E ele ganha a medalha de ouro ao tentar subornar a mãe com uma nota de 5 dólares para que ela desistisse da ligação.
Esse é o país dos sonhos!
Muitos não devem saber mas sou curitibano, li um post de meu amigo Mateus e me inspirei para fazer um post resposta.
No post dele, ele reclama da frieza das curitibanas. Assino embaixo.
As mulheres curitibanas são lindas, mas o que elas têm de lindas têm de frias. Existem exceções? Claro! Mas não sou o único que reparou nessa frieza.
Quando eu fiz cursinho tinha uma garota que sentava do meu lado, ela era alta e tagarela. Muito divertida mas não muito atraente mas bastante inteligente. Ela queria fazer Ciência da Computação e eu ia fazer Engenharia da Computação, por esse motivo trocávamos muitos assuntos nerds. Um dia estreou Independence Day e eu estava sem grana e acabei demorando para ir ver e todos que eu conhecia entre parentes, amigos e no trabalho já tinham visto o filme. E eu odeio ver filmes sozinho, convidei ela quando descobri que ela ainda não tinha visto o filme. Juro que queria apenas a companhia dela, porém ela me olhou do pé até o último fio do cabelo e como se eu fosse um tarado me disse “mas a gente nem se conhece!”. Porra! Nem se conhece? Um ano fazendo cursinho? Até pensei que ela tinha entendido ir no motel pelo jeito que ela falou então eu repeti “eu quero só ver o filme, odeio ver filme sozinho, leva uma amiga, um irmão, sei lá”, então ela exclamou “não sei”. E ficou no não sei.
Das namoradas que eu tive apenas uma era de Curitiba, todas as outras ou eram de São Paulo, ou eram de Santa Catarina. Assim como as minhas amigas, a maioria não são de Curitiba, simplesmente porque curitibanas “se acham”.
Por esse motivo de tanto importar namorada, acabei me exportando. Hoje vivo feliz e casado com uma garota de sampa.
E eu sei que eu e o Mateus não somos loucos, muita gente já notou isso. Certa vez fui com minha esposa para um bar em Curitiba e eu sentei com ela de um lado da mesa e dois amigos meus sentaram sozinhos ao redor da mesa. Tava óbvio que eu estava acompanhado e eles estavam sozinhos, ambos solteirões. O bar tava LOTADO de garotas, NENHUMA olhava para eles. A Maíra que tava comigo achou tão estranho que chegou a perguntar se o bar era um bar gay (tem algums assim aqui em sp) e eu respondi – “não, é bar curitibano mesmo”.
E antes que alguma curitibana me jogue tomate, não esqueça o que eu disse, existem exceções. ^^
Update: É, o assunto está mesmo no ar. Descobri agora que saiu um podcast dos nerds curitibanos justamente sobre esse tema. rs Veja lá! (Maíra)
Quem nunca viu uma campanha contra Aids dizendo que usar camisinha não tira o prazer sexual?
Ou então contra as drogas, dizendo que droga é um lixo e não tem nada de bom?
Ou como na campanha Mulher Consciente que é contra o câncer de mama dizendo que o mamografia não dói?
O que tem de errado nestas afirmações?
Primeiro que fique claro que não sou contra nenhuma das campanhas acima, mas também não sou a favor usarem de mentiras para tentar convencer as pessoas.
Sim, camisinha diminui o tesão. Para todos? Não!
Afeta mais quem tem pau grande e quem tem sensibilidade apurada.
“Que isso, você que não ta sabendo colocar direito! A camisinha é elástica…”
Antes que alguem venha falando besteira, já vi uma vez na TV uma mulher ensinando a colcoar camisinha e quando falaram que é desconfortável colocar, ela botou uma camisinha comum numa garrafa de cerveja para mostrar que independente do tamanho tem como colcoar camisinha. Tá, então me coloco a perguntar se ela transa com uma garrafa de cerveja ou com um homem. Porque pau nunca foi duro e muito menos no formato de uma garrafa de cerveja. E se fosse realmente fácil botar camisinha para ods mais dotados, não teria os grandes fabricantes de preservativos criado o tamanho extra, ou large para essa clientela. Hoje, graças a deus, encontrado em qualquer farmácia por ai.
Ok, mas não é só tamanho não. Quem vai negar que parar para botar camisinha não diminui o clima? Ok, com um pouco de criatividade fica divertido. Mas na 100º não tem criatividade que resista ao fato que é um saco ter que parar tudo para vestir o dito cujo. Mas ok, nada pior que no bem bom descobrir que o estoque acabou, ai sim, foi pro ralo.
Então, mito 1 derrubado. Camisinha diminui o tesão.
Outro mito. Se drogas não tivesse algo de bom, ninguém usaria né? Algum prazer tem. E TEM!
Drogas aumentam o raciocínio, aumentam o libido, aumentam a coragem, aumentam, aumentam, aumentam. Claro! As pessoas buscam esses prazeres por algum motivo, os viciados não utilizam drogas porque são suicidas, ok algums são, mas nem todos. Muitas drogas relaxam, tornam você mais descontraído, entre inúmeros outros efeitos.
Então mito 2 derrubado, drogas tem seu lado bom também.
Dói sim! Pergunte para 10 mulheres que fizeram mamografia (exame necessário para prevenção) se dói, metade vai dizer que dói. Para quem é homem, imagina uma máquina apertando seus bagos, pois é, bonito né?
Então mito 3 derrubado, mamografia dói e dói muito.
Antes que alguem me interprete mal, que fique bem claro que não estou dizendo que estas campanhas estão totalmente erradas.
Porém não somos crianças, aliás acho que até crianças tem que ser tratados com respeito e maturidade, principalmente quando são assuntos sérios.
Droga não é ruim por não ter nada de bom, tem que ser dito a verdade. Droga é bom nos primeiros usos pois a droga atua no corpo e na mente e isso agrada. Porém os efeitos colaterais são graves e severos e o malefício a longo prazo é tão grande que não compensa utilizar drogas, mesmo que elas sejam legalizadas.
Então quem não usou, ou usa mas ainda não se viciou, não caia nessa. O problema não é agora e sim num futuro, que diga-se de passagem, muito próximo.
Partindo para o lado religioso, prefiro mil vezes me atirar nos braços de Deus que no braço de alguma droga =)
Leve sempre com você, tenha sempre no armário, ensine seus filhos, irmãos mesmo que sejam adolecentes o que é e onde pegar se precisarem. Camisinha é desconfortável? É, mas pegar uma doença como a AIDS ou ter um filho em hora importuna é muito mais. Então por pior que seja, camisinha é importante seu uso SIM!
Mamografia é importante. Dói? Sim, dói. Mas descobrir tarde um câncer de mama por não ter feito o exame dói muito mais, incomoda muito mais e sai muito mais caro. E o número de câncer está crescendo MUITO para se ter esse risco. Então vale muito a pena pois é doer hoje, para não doer mais amanhã.
Então campanhas em vez de apostar na ignorância de publico alvo, deveriam apostar na maturidade de seu público. Pois se a pessoa descobre a verdade ela pode invalidar erroneamente toda uma boa campanha, quando na realidade todo o resto pode estar certo.
Então aos que ajudam a divulgar e criar estas campanhas, sempre tomem cuidado com estas “inverdades” pois elas mais atrapalham que trazem benefícios. Mais vale ser claro do que ganhar defensores anti-sua-campanha por conta de mentiras.
Inscrições abertas para a Campus Party 2009!! Informações da última coletiva de imprensa no LadyBug.
Casal 10 pagando contas da futura casa agradece eventuais patrocínios para uma semana nerd. ^^
Eu li um post no Pensotopia e pensei em responder com um comentário, porém ia ficar muito grande então resolvi criar um post resposta.
No post original é comentado como o amor e sexo afeta o RPG e lembrei de várias aventuras onde mestrei que envolviam esse tema e gostaria de comentar esses casos e minha visão sobre o assunto. Mas não deixem de ler o post original que vale muito a pena! =)
Um amigo meu jogou em uma campanha, que eu mestrei, com um elfo mago, guerreiro de tendência justa. Bom, ele era justo, pelo menos até ele se apaixonar pela ladra Layala. Por muito tempo ele tentou mudar em vão a natureza da humana gatuna mas acabou desistindo e quem mudou de tendência foi ele. Ele teve filhos com ela, inclusive um que virou rei ao se casar com a filha do antigo rei.
Eu em uma campanha mestrada por um amigo meu também tive um personagem que se apaixonou. Gan era um mago humano e ela uma elfa sacerdotiza. Nosso relacionamento começou complicado pois meu personagem tinha problemas em controlar a magia e quase a matou quando se conheceram (ooops).
Mas com o tempo as coisas se ajeitara, e o relacionamento andou. Apesar de Zortan, um velho amigo de Gan e sacerdote do grupo, também ser apaixonado por Kaelin o que render uma relação complicada entre os três até Zortan se apaixonar novamente por uma humana.
No fim, Gan teve um filho com a elfa.
Não me recordo direito o nome da humana por quem ele se apaixonou mas foi ela a responsavel por ter tirado Zortan da obcessão pela Kaelyn. O relacionamento dos dois também foi complicado, ela era rica e importante na politica, ele um sacerdote sem posses. Ela era neutra, ele era justo. Mas pelo que lembro, acabou dando certo boa parte do tempo.
Cada grupo é de um jeito, agora eu estou mestrando para dois grupos. Um é formado de casais e ter relacionamentos complica, pois é bem provável rolar ciúmes (por mais que seja virtual), a menos que ocorra um romance entre os personagens dos jogadores, não envolva npcs e não envolva o relacionamento de um PJ com o de outro PJ de outro casal (óbvio). Resumindo, aqui o Silvio diria que é amizade e não namoro.
No outro grupo é mais fácil pois a maior parte do grupo é homens e suas esposas não jogam. Outro dia um elfo foi para um prostíbulo e rolou um romance ali no bordel com uma das prostitutas. A prostituta acostumada com humanos e orcs não resistiu ao charme do elfo, ela até chegou a deixar o trabalho por se apaixonar pelo elfo e querer ter o filho dele (ela engravidou após uma rolagem de dados).
Sempre vou levando a aventura até onde o clima do jogo permite, claro que não irei narrar no mínimos detalhes uma cena de sexo. Mas o suficiente para o jogador saber como foi, e também o suficiente para ele não ficar constrangido (e ninguém da mesa). O mestre tem que ser muito sensível para não abusar da narração, afinal o jogo deve divertir a todos.
Todos já tiveram um amigo, irmão, pai, parente mortos. Geralmente o mestre nem é tão descritivo, esse tipo de coisa é comum e as vezes faz um personagem normal ter motivação para virar um herói. Mas as vezes vou mais longe.
Um personagem de um amigo meu, que virou um guerreiro do deus da Justiça, teve como motivação a ira que ele tinha do pai. Quando criança, cena narrada na 1a aventura, ele sabia que seu pai batia tanto nele quanto na irmã. Sua mãe era morta e seu pai um bêbado. Porém ao voltar um dia da cidade para casa, presenciou o pai estuprando sua irmã e num ataque de ira ele quase matou seu próprio pai, e só não o fez porque foi impedido por um NPC. Percebi que pela frieza do pai do PJ, e pela riqueza de detalhes, que o jogador ficou desconfortável mas numa quantia suficiente para ele entender o drama e se agarrar na raiva ao pai para seguir seu deus.
Outra situação aconteceu na última sessão. Minha mesa teve wipe pois todos foram capturados por um halfing psicopata, eles criaram novos chars e começaram a jogar 5 anos depois. Depois de algumas aventuras, eles se encontraram com o mesmo halfling e acabaram se encontrando com a única sobrevivente do antigo grupo, uma elfa que durante 5 anos foi torturada, fisica e psicologicamente de todas as formas imagináveis. Fiquei preocupado em narrar isso já que foi uma personagem do grupo, mas por outro lado o personagem vilão não poderia ter agido de forma menos horrível e virou uma oportunidade única de fazer os personagens novos entenderem com quem estavam lidando, sem misturar a raiva dos jogadores com o desconhecimento dos novos chars. Agora, tanto jogadores quanto os novos chars tem mais raiva ainda dele e jamais tive um vilão tão odiado.
Usar fobias, medo e coisas assim contra os jogadores deve ser feito com cuidado, mas quando bem feito, gera personagens únicos, motivações sem igual. E quando os jogadores vencem esses desafios, a satisfação vai bem além do XP ^^
Como citei acima, usei um pai bêbado. Mas não foi a única vez que as drogas e alcool tiveram presentes no jogo de RPG onde joguei. Jogando Trevas com amigos meus, interpretei um personagem que fumava um cigarro no final do anterior, eu não fumo mas meu personagem era uma chaminé.
Em outra situação, um personagem do jogador era um orc alcolatra e o vício dele foi levado para o humor. Até que souberam a origem do problema dele, que era ligado ao trauma de ter perdido um amigo.
Usar elementos assim de vez enquando, tornam as aventuras extremamente mais reais e os personagens mais interessantes. Claro que o exagero vira um conto de Nelson Rodrigues e não é o que queremos, tem que usar na medida certa. E o Mestre nunca pode se negar a desistir de algo caso sinta que houve muito constrangimento dos jogadores, afinal errar é humano mas persistir é burrice.
Então use, mas use com sabedoria porque não é fácil, mas quem disse que ser Mestre é fácil? ^^
Mulher já tem fama de falar demais, imagina só se elas não iam ocupar a blogosfera, não?
Pois fazem com estilo. No sábado, rolou um encontrão de mulheres blogueiras, o LuluzinhaCamp.
Eu, que nem ia, entrei para a lista de discussão do evento, dei idéia para um mural dos blogs, decidi levar um doce, filmar tudo e ainda me ofereci para dar carona para a Beth. E, claro, perdi a hora de manhã. Típico.
O Edson, claro, não perdeu a chance de tirar uma com a minha cara logo que me viu correndo de um lado para o outro da casa para terminar de me arrumar recolher tudo o que deveria levar. Puto! rs.
Mas, no final, deu tudo certo e o evento foi ótimo. Incrível mesmo.
O evento era de blogueiras, então era de se esperar que fossem todas super conectadas. Ainda assim me surpreendi. Acho que tinha mais máquinas fotográficas/celulares/notebooks/palms/mini-notes/blackbarry e afins do que mulheres no lugar. rs.
Aí você pensa que isso não vai dar certo, porque acaba ficando todo mundo conectado na internet e não interage. Que nada. São mulheres, né? Elas conseguem twitar, blogar, postar e se comunicar com todas as muitas mulheres que estavam por lá. E ainda fazer sorteio e participar das rodas de discussão. Tudo ao mesmo tempo, claro. Somos mesmo especialistas nisso. Acabei que me empolguei com o twitter e aderi.
As rodas também estavam um barato. Uma hora, alguém me perguntou se a roda que estava formada era das mamães, porque tinha um nenê maravilhoso presente, o Uli. Que nada, ali era a roda da moda. E lá na sala das manicures é que o assunto mamãe estava rolando. Falamos também de fotografia, de bichos e outras cossitas.
Tinha também bazar, claro. E eu passei longe, porque o corte de gastos agora é total até que nossa casa fique pronta. Mas, ai, que coisas lindas que tinha lá!! No sorteio, ganhei lindos e ultracheirosos sabonefeeds.
E, na saída, o filé. A festa foi invadida! Já está tudo no Flickr, claro. Veja lá!
Um anúncio publicitário, não oficial , dos lactcíneos Itambé foi dissiminado na internet após a agência Publicidade Salles Chemistri exibir em um festival, segue o link:
http://www.semrotulo.com/2007/06/beleza-feminina-fit-light.html
Descobri isso após ver um anúncio da Itambé dizendo que ficou indignada e com link para a sua home:
http://www.itambe.com.br/Cmi/Pagina.aspx?1656
Vergonhoso para a agência, enquanto a Dove está em campanha para remover o estereótipo de mulher anoréxica das modelos como padrão de beleza:
http://www.campanhapelarealbeleza.com.br/
A agência e Salles Chemistri, toma o caminho contrário. Ponto negativo para essa agência e tomara que levem um bom processo da empresa Itambé. E ao contrário do que está na campanha, os homems no passado viam mulheres gordinhas como sinônimo de saúde e em mulheres magras, doença. E visitem o site da dove, vale mesmo a pena e entender porque a valorização das pessoas (independente do peso e idade) é tão importante!
Sempre foi um sonho do homem ter o poder de voar. Muitos morreram ao se jogar precipício abaixo com asas nas costas com a certeza de que seu modelo áereo funcionaria.Mas parece que suiço Yves Rossy teve mais sorte do que seus antecessores, ele criou asas como uma asa delta, porém que voa e não apenas plana. Pelo menos é o que diz o site de notócias do terra.
Ouvi falar que tem projeto para ser aprovado que regulamentaria o rodízio de carros em Curitiba, espero que não seja verdade ou que não de em nada. Se isso acontecer podem dar adeus ao que resta do bom trânsito e ao ar
limpo de curitiba (limpo sim, porque somente quem vive em sampa sabe como é bom o ar de Curitiba).
Com rodizio, nos primeiros 2 anos o transito vai melhorar muito. Pois durante a semana 20% dos carros não vão circular no horário de rush.
Depois disso, quem tem 1 carro bom na garagem vai preferir vender e comprar dois carros médios para não ficar nenhum dia sem carro e como carro parado é prejuízo, o filho ou esposa que andava de ônibus vai passar a andar de carro. Quem tem um carro médio vai trocá-lo por um carro ruim e uma moto se ele tiver esse tipo de carta. Resumo, mais motos na rua, mais carros, e pior, carros velhos. Em menos de 3 anos vai estar um caos o trânsito (a exemplo dos lugares que instalaram sistema de rodízio) e o ar mais poluído.

À esquerda o engarrafamento em sampa, à direita em na organizada Curitiba. Quem reclama, reclama de barriga cheia.
Boa sorte aos curitibanos, se me perguntarem, rodízio só de carnes.