Eu já tinha ficado muito feliz quando soube que as transcrições de todas as entrevistas feitas pelo programa Roda Viva estavam indo para a internet, por um projeto da Fapesp.
Aí, depois de aderir ao Twitter, descobri que o programa estava colocando de 2 a 3 “twitteiros” lá no estúdio para fazer uma mini-cobertura das entrevistas, ao vivo. O próprio programa também tem um perfil por lá.
Só essas duas iniciativas já seriam o máximo. A TV Cultura mostra que está antenada com as novidades, mantendo a tradição de valorizar a participação do público.
Agora ela foi além. As transmissões do programa Roda Viva são feitas ao vivo na internet em um site onde é a interação é total.
Ao lado do vídeo transmitindo o programa ao vivo, é possível mandar perguntas, fazer comentários e acompanhar a participação dos outros internautas.
Abaixo, dois vídeos transmitem cenas de bastidores e dos cartuns do Paulo Caruso, ao vivo, com uma miniDV.
À direita, é possível acompanhar tudo o que se fala no Twitter sobre o programa, com a tag #rodaviva.
Abaixo de tudo, fotos dos bastidores feitas por um convidado são atualizadas o tempo todo e colocadas no Flickr.
É isso. Você assiste à entrevista, comenta suas impressões, faz perguntas, lê o que os outros estão comentando, debate, critica, acompanha as impressões de Caruso e dos twitteros no estúdio, tudo ao mesmo tempo. Tudo sem censura de nenhum tipo, em tempo real. Sem medo de que saiam críticas por ali. Elas também são parte da brincadeira.
Dá para ler mais sobre como tudo isso foi feito e as impressões das primeiras experiências aqui. O site do Radar Cultura é uma porta de interação também para outros programas.
A gente só tem a ganhar em conhecimento, informação e leitura crítica da televisão. Assistir à televisão deixa de ser uma experiência passiva. E a nossa participação não é pontual em uma enquete, apenas, como é comum em vários programas. A participação é possível durante todo o programa.
Como o maridão aqui comentou quando contei a ele, e como depois repliquei lá nos comentários, agora a Roda Viva está realmente viva.
E a TV Cultura também ganha. Se o programa, com seus 22 anos de idade, corria algum risco de ficar preso a um público antigo, eles mantiveram a roda viva e se renovaram, ganhando a audiência da galera que não sai da frente do computador para se sentar em frente à TV.
É a TV Pública dando um belo de um exemplo, que bem que podia ser seguido pelas outras emissoras. No post de avaliação publicado no Radar Cultura, o IgovBrasil pergunta: “Só a TV Pública consegue fazer isso?”.
E aí? Será?
Mulher já tem fama de falar demais, imagina só se elas não iam ocupar a blogosfera, não?
Pois fazem com estilo. No sábado, rolou um encontrão de mulheres blogueiras, o LuluzinhaCamp.
Eu, que nem ia, entrei para a lista de discussão do evento, dei idéia para um mural dos blogs, decidi levar um doce, filmar tudo e ainda me ofereci para dar carona para a Beth. E, claro, perdi a hora de manhã. Típico.
O Edson, claro, não perdeu a chance de tirar uma com a minha cara logo que me viu correndo de um lado para o outro da casa para terminar de me arrumar recolher tudo o que deveria levar. Puto! rs.
Mas, no final, deu tudo certo e o evento foi ótimo. Incrível mesmo.
O evento era de blogueiras, então era de se esperar que fossem todas super conectadas. Ainda assim me surpreendi. Acho que tinha mais máquinas fotográficas/celulares/notebooks/palms/mini-notes/blackbarry e afins do que mulheres no lugar. rs.
Aí você pensa que isso não vai dar certo, porque acaba ficando todo mundo conectado na internet e não interage. Que nada. São mulheres, né? Elas conseguem twitar, blogar, postar e se comunicar com todas as muitas mulheres que estavam por lá. E ainda fazer sorteio e participar das rodas de discussão. Tudo ao mesmo tempo, claro. Somos mesmo especialistas nisso. Acabei que me empolguei com o twitter e aderi.
As rodas também estavam um barato. Uma hora, alguém me perguntou se a roda que estava formada era das mamães, porque tinha um nenê maravilhoso presente, o Uli. Que nada, ali era a roda da moda. E lá na sala das manicures é que o assunto mamãe estava rolando. Falamos também de fotografia, de bichos e outras cossitas.
Tinha também bazar, claro. E eu passei longe, porque o corte de gastos agora é total até que nossa casa fique pronta. Mas, ai, que coisas lindas que tinha lá!! No sorteio, ganhei lindos e ultracheirosos sabonefeeds.
E, na saída, o filé. A festa foi invadida! Já está tudo no Flickr, claro. Veja lá!
TCC da Mari Iwakura: Horizontes
Estava devendo passar o trabalho dela para DVD há uns cinco anos! o.O Aproveitei e botei no YouYouTúbiu também.
É um documentário sobre a Terceira Idade, confiram!
Documentário em vídeo feito ainda na faculdade, com a Mari, o Pedro e o Fernando, em Rincão, interior de SP.
Em duas partes:
Tá devagar para ver? Tente em três partes:
Um anúncio publicitário, não oficial , dos lactcíneos Itambé foi dissiminado na internet após a agência Publicidade Salles Chemistri exibir em um festival, segue o link:
http://www.semrotulo.com/2007/06/beleza-feminina-fit-light.html
Descobri isso após ver um anúncio da Itambé dizendo que ficou indignada e com link para a sua home:
http://www.itambe.com.br/Cmi/Pagina.aspx?1656
Vergonhoso para a agência, enquanto a Dove está em campanha para remover o estereótipo de mulher anoréxica das modelos como padrão de beleza:
http://www.campanhapelarealbeleza.com.br/
A agência e Salles Chemistri, toma o caminho contrário. Ponto negativo para essa agência e tomara que levem um bom processo da empresa Itambé. E ao contrário do que está na campanha, os homems no passado viam mulheres gordinhas como sinônimo de saúde e em mulheres magras, doença. E visitem o site da dove, vale mesmo a pena e entender porque a valorização das pessoas (independente do peso e idade) é tão importante!
Que a Veja é um lixo, já não é novidade. Eu nem me surpreendi com a última capa, sobre o afastamento de Fidel do poder. Não esperava coisa mais nojenta. Mas não tive tempo de olhar o que os outros veículos fizeram (estou correndo aqui com trabalhos!).
Hoje topei com essa comparação, citada no Blue Bus, da capa da Veja com a New Yorker. Tá, tá, eu sei que é covardia. Mas confira aqui.