As desventuras de um casal nérdico
Ubuntu – Livre da droga M$ há 51 dias, mas só por hoje
14 setembro 2009, por Edson, às 18:54

imagem_windows_vs_linuxA minha história com Linux é uma verdadeira novela, marcada por amor e ódio. Digna algumas vezes de Nelson Rodrigues e outras vezes lenta e demorada como uma história de Tolkien.

Eu sempre fui fã de software livre e já escrevi sobre isso. Aliás, quando escrevi sobre isso, comentei que após o Windows-XP original meu pifar, ao atualizar até o talo com Windows Update o teclado e mouse paravam de funcionar. Resolvi reinstalar o Windows-XP. Porém, impedido de atualizar tudo, acabei contraindo vírus ao comprar um Modem da Claro (outra hora comento sobre isto) e desta forma precisava formatar mais uma vez, não mais do que 30 dias da última instalação do Windows. Talvez tenha sido neste momento que eu decidi me rebelar. Botei o Ubuntu 9 (linux) e em bem menos tempo (levo aproximadamente 1 semana para instalar Windows, programas necessários e drivers), aproximadamente em 2 dias (isso sem experiência em Linux), eu já estava com meu ambiente pronto e isto de fato me conquistou. Mas não foi só isso e nem também só alegrias. Abaixo, mostro detalhadamente a minha experiência nesse combate e que servirá para outros usuários que queiram fazer ou passar por esta migração. Mas antes disso é bom ressaltar que esta foi finalmente minha primeira tentativa bem sucedida de migração, pois eu venho tentando a mesma coisa desde 98, porém sempre com olhos muito críticos. Eu jamais deixei instalado por muito tempo um Linux, e é a primeira vez que ele fica no meu computador sem ter uma versão do windows para fazer companhia.

Instalação

Ubuntu, uma opção elegante

Ubuntu, uma opção elegante

A instalação é provavelmente a melhor parte. Se você tem Windows você insere o CD do ubuntu e como se fosse um jogo ou outro programa qualquer ele instala num fácil NNF (next, next e finish). Ele não danifica o Windows e fica com duplo boot. E, se você não gostar, basta ir no painel de controle e desinstalar o Linux.

Agora se você quer instalar ele como único SO, basta por o cd antes de iniciar o PC. A instalação é bem mais fácil que a instalação do Windows XP, inclusive achei sensacional a possibilidade de você testar o teclado na hora de escolher a configuração. No Windows você escolhe o teclado tipo ABNT2 e não tem como saber se tá certo, pois não tem onde testar.

A instalação do Ubuntu não é apenas do SO. Ao contrário do Windows, ele já instala dois navegadores (inclusive o Firefox que uso muito), programa para ler email, dezenas de jogos, programa para mensagens automáticas (compatível com MSN, GMAIL e ICQ), java, e dezenas de coisas que no Windows eu precisaria instalar um a um. Além disso ele reconheceu praticamente todos meus componentes, me poupando de ter que buscar e instalar os drivers antes de usar como é o caso com o Windows XP. Para ser mais claro, no meu caso faltou apenas a impressora/scanner. Itens reconhecidos automaticamente: Placa de Som, Placa de Vídeo, Monitor, Placa de Rede com Fio, Placa de Rede sem fio, Teclado e Mouse além dos habituais HDs e outros acessórios que qualquer OS reconhece.

Instalação de Outros Softwares

Normalmente quando formato, eu busco a versão mais atualizada de cada software. Então por exemplo se vou instalar o Eclipse, no Windows sigo os seguintes passos:

  1. Abro o navegador.
  2. Vou no site do <a href=”http://www.google.com.br”>Google</a> e busco por “Eclipse”
  3. Entro no site do fabricante
  4. Baixo o arquivo, selecionando o lugar temporário para ele fazer download.
  5. Após terminado o download, eu descompacto o zip na pasta pretendida.

No Ubuntu:

  1. Abro o gerenciador de programas.
  2. Busco por “Eclipse”.
  3. Mando instalar.

E melhor, no mesmo gerenciador eu instalo 80 a 90% de todos os programas que preciso, além de ficar fuçando dezenas de outros programas que não conhecia.

Economia de recursos:

adicionar programas se tornou divertido

adicionar programas se tornou divertido

No Ubuntu os arquivos para instalar são extremamente mais leves, ocupam menos espaço no HD, menos memória (caiu de 2.5GB para 1GB) e CPU mais estável. O CPU é mais estável pois caiu de constantes picos de 100% para picos de 70%, embora a média seja mais alta (mas qualquer um que lide com hardware sabe que CPU é um problema apenas quando atinge os 100%, médias mais altas para picos menores é uma vantagem). Eu testemunhei estas três economias e não consegui entender os dois últimos mas o 1º eu sei o motivo após ter feito um google-fu básico:

Porque ele em vez de comer 60GB do meu HD estava ocupando modestos 30GBs? Para responder isso, precisamos entender como o Windows trabalha:

No Windows, ao instalar um programa, ele determina uma área no HD para depositar seus arquivos. Por exemplo, “Arquivos de Programas\Firefox”. Imagina que um destes arquivos se chama MozilaFuncions.dll e ele pese 50MB. Ai você instala outro programa do mesmo fabricante, o FileZila, e na pasta do mesmo, a exata mesma dll MozilaFuncions.dll está lá, ocupando mais 50MB de seu precioso HD. O problema não termina aí. Imagine agora que você instala também o GTalk, e como o Mozilla é free, o google usa algumas funções do Mozilla Fundation, então? Lá vem de novo a dll MozilaFunctions.dll. Acredite, isto ocorre o tempo todo!

Ok, e no Ubuntu? No Ubuntu se o Firefox utiliza esta dll, então ele cria um projeto chamado MozilaFunctions.dll e diz que o Firefox depende deste projeto. Então quando você manda instalar o Firefox, ele já seleciona a instalação do MozilaFuncions.dll. Quando você vai instalar o Filezila ou o Gtalk, eles também dizem ser dependentes deste projeto (mozilaFunctions) , porém eles vêem que já está instalado e não baixam este arquivo.

Ok, isto é ótimo, ocupa menos espaço de HD, certo? Sim, além de você não precisar gastar banda da tua internet baixando os mesmos arquivos, outra vantagem é na atualização. Se no windows a dll sofre alteração, em pouco tempo o Gtalk, FileZila e Firefox vão pedir para atualizar. No Ubuntu ele atualiza apenas a dll, uma única vez!

Tá! Lindo e maravilhoso mas e se o fabricante não seguir esta regra? Alguns poucos softwares não seguem mesmo esta regra, mas por conciência dos desenvolvedores a maior parte (esmagadora aliás) utiliza deste sistema para gerenciar suas dependências. Claro, os usuários agradecem.

Ah e quem for fazer o teste fica um conselho. Utilize o terminal e o comando top para determinar o uso do CPU. Usar interfaces gráficas consomem muito CPU no linux e seu teste vai ficar capenga. Mas se quiser usar, fique ciente disto. O Task Manaer do Windows no máximo usa 2% da CPU, já o que vem no Ubuntu é mais complexo (e também mais mal feito) e come consideráveis 15% de CPU e por este motivo prejudica o teste. Então se puder use mesmo o terminal.

Programas Embutidos

Ubuntu não vem só

Ubuntu não vem só

Alguns dos programas embutidos do Ubuntu são melhores que do Windows. Exemplos são o notepad, Firefox vs IE, sistema de email Evolution (apesar de não usar email client) vs o “bota fora” da MS. O Task Manager da MS, como disse, é muito mais leve que o do Ubuntu, embora o do Ubuntu seja bem mais completo o que me leva a dar um empate. Outro empate vai para o explorer vs nautilus pois o explorer é mais inteligente em algumas coisas porém o nautilus acessa quase todo tipo de protocolo (file system, ftp, ssh, etc) , além de que o nautilus trabalha em abas.

Problemas com Vídeo

Neste item o Ubuntu perde, ele tem um problema grave de restauração de vídeo. (Ocorre se vc acidentalmente usar um driver de outro fabricante. Para drivers do mesmo fabricante a recuperação costuma funcionar.)
Outro grande problema em vídeo é que o fabricante ATI costuma não dar suporte adequado para Ubuntu. Se você tem uma placa recente e moderna então você não tem problema mesmo se tiver uma placa ATI. Agora se a sua placa for ATI e ainda for antiga… Você será obrigado a utilizar um driver genérico que limita muito as funcionalidades 3D. Tudo porque o controlador gráfico Xorg do Ubuntu passou recentemente por uma reformulação tremenda e a ATI decidiu simplesmente não fazer novos drivers para as placas de vídeo. De qualquer jeito, isso não isenta o Ubuntu, afinal se não tem novos drivers por que foi substituido o xorg??? Não deveria ser opcional para usuários hardcores com placas sempre atualizadas? As vantagens ganharam da extrema desvantagem que os usuários receberam? Por este motivo acho que o ponto mais fraco do Ubuntu é a compatibilidade com placas de vídeo, e por mais que se diga que não é culpa do SO, é, pois se as placas novas e antigas funcionavam bem (por mais que não 100%) no ubuntu 8.10 não tinha motivos para mudar as regras do jogo no meio do campeonato.

Impressora

merdas acontecem

merdas acontecem

Outro problema, mas não tão grave é na impressora. Utilizo uma impressora chamada HP Laserjet 1020. É perfeita, foi reconhecida pelo SO, mas de vez em quando ela para de responder. Aí preciso ir no gerenciamento de impressoras e desabilitar e habilitar de novo e fica tudo bem. Erro bobo, mas digno de nota.

Sistema de Segurança do Linux

Imagine que você trabalha numa empresa onde caem pedras do alto do edifício o tempo todo, e as pedras são grandes o suficiente para te mandar pra UTI. Mas nada acontece se você utilizar um capacete.
A empresa exige que todos os funcionários usem um capacete para se prevenir e para tanto exigem que todos assinem um documento tirando a responsabilidade da empresa caso o funcionário desobedeça a regra de usar o capacete.

A princípio, parece que faz todo sentido, certo? Afinal, a empresa não pode se responsabilizar por um usuário desobediente que insiste em não utilizar o capacete. Mas esta é apenas a imagem que empresa vende. Aí você que é um funcionário da empresa, sabe como é por dentro.
Você não pode entrar com seu capacete, tem que usar o dado pela empresa. O capacete da empresa um dia vem feito isopor, qualquer coisa quebra. No segundo dia só vêm capacetes pequenos que não caberiam nem em uma criança. No terceiro dia o capacete não tem corda para amarrar debaixo do queixo, e só é possível usá-lo se você segurar ele o tempo todo. No quarto ….
Resulado, um dia todos decidem não usar capacete.
O linux parece esta empresa citada acima, ele tem uma seguança infalível, desde que você usuário jamais use o usuário root. Mas muitos programas só funcionam corretamente se você utilizar o root, muitas coisas só podem ser feitas usando o root, de modo que geralmente você ou loga usando o root ou está o tempo todo executando comandos como root.
O Eclipse foi minha maior decepção. Se você não usar o root ele não instala plugins, você não consegue selecionar o workspace inicial, entre outras coisas. Tornando a sua vida um inferno a menos que você se arrisque.

Codecs

Outro dia fui ver um filme, rodei e não tinha plugin. Primeira coisa que me passou na cabeça foi “porque diabos inventaram a porra de codecs?” A segunda coisa foi “como vou achar este codec?”. A terceira foi “caralho, meu SO agora é linux, como vou fazer para instalar plugin, ainda por cima para linux?” . A quarta …. Apenas a última coisa que me passou pela cabeça foi apertar naquele botão piscante “procurar por plugins na web”. Isso porque no Windows isso NUNCA funciona. No Ubuntu a única vez que não funcionou foi quando abri um filme específico pra Windows Media Player (um doce para quem adivinhar o motivo hehe).
Concluindo, este foi um ponto positivo para o Ubuntu.

Gerenciador Padrão de Arquivos

Um ponto negativo no Ubuntu é até idiota, não sei porque não melhoraram ainda. Ao copiar ou colar arquivos no nautilus, ele ignora atalhos (CTRL+C ou CTRL+X) se você apertar o atalho e sair da pasta muito rápido. No Windows, a prioridade de respeito a CTRL+C e CTRL+V é máxima, dando a impressão que o SO que controla isto e não o aplicativo. No Ubuntu se o aplicativo estiver ocupado, provavelmente a sua cópia de arquivos não funcionará.
Outra coisa que notei é que não funciona Control+Z no nautilus! Ele até tem a lixeira, mas se você excluir algo ele não retorna automaticamente se você apertar CTRL+Z e nem tem a opção voltar em menu algum. O jeito é ir até a lixeira e restaurar os arquivos apagados por lá (por isso é bom que sua lixeira não esteja muito cheia ^^)

Outro detalhe negativo do Ubuntu neste sentido é que quando você vai Abrir um arquivo ou Salvar Como, o mini-gerenciador que abre para manipular os diretórios e arquivos não tem a opção de explorar e salvar como, também não se pode renomear e outras coisas triviais no Windows.

E um bug! Quando abre a tela de abrir diretório, se você digita o caminho lá em cima e dá enter, ele mostra como se tivesse aberto o caminho com sucesso mas ele continua abrindo o caminho default. Para testar este bug aperte print screen, depois selecione Outra Pasta como destino, por último digite em cima um caminho válido diferente do default e aperte ok. Na tela seguinte o caminho que você digitou estará selecionado, porém ao dar ok novamente para confirmar ele salva no caminho default. Este bug induz seriamente o usuário ao erro e pode ocasionar dele perder algum arquivo. Principalmente se ele fizer isso e por algum motivo em seguida deletar o caminho default. Ou em caso de usuários mais inexperientes fazer eles perderem o documento simplesmente por não acharem e não entenderem o que ocorreu.

Um segundo bug ocorre no Nautilus, um erro que tem que reiniciar o SO para resolver. Ocorre que pseudo protocolos como trash e sftp passam a ser ignorados pelo gerenciador. Este erro, que ocorre comigo de tempos em tempos, é descrito em under-linux.

Suporte a Legados

Uma das coisas que o Ubuntu peca é em suporte para legados. Foi assim com placa de vídeo e foi assim com meu scanner. O scanner eu consegui instalar seguindo estas dicas mas a solução não foi perfeita (assim com não foi a de vídeo).

Calculadora

Calculadora é um show a parte. Além da versão simples e da científica tem a Avançada, Programável e Financeira.

Firefox

Esta é uma crítica bem maior ao Firefox do que ao Ubuntu. A comunidade do Firefox adora dizer que seu navegador é mais seguro do que o IE principalmente por soltarem diversas atualizações e atualizações de segurança quase diárias. Mas a história muda de figura no Ubuntu. Estou utilizando a versão 3.5.2 neste momento mas até semana passada eu usava a versão 3.0 (para windows tem a 3.5 há muito tempo). Simplesmente porque a atualização automática do firefox ou a atualização automática do SO não atualiza o firefox. Existe uma versão no sitem do Ubuntuzila que instala a última versão, mas até a semana passada como comentei para mim ainda não resolvia, ele não aceitava meus plugins. De qualquer maneira se alguém não quiser esquentar a cabeça, o mais fácil é aguardar até a próxima versão do Ubuntu prevista para outubro e que deve trazer o Fx 3.5 já instalado =)

Outros:

  • No Windows se você pressiona a tecla “^” duas vezes depois de um espaço, ele automaticamente entende que você deseja usar o símbolo e não acentuar nada. E logo ele coloca ^^ para você. No Linux ele é meio burrinho, você precisa digitar quatro vezes para aparecer este símbolo.
  • Não existem substitutos para o Tortoise, todos os programas svn são de longe piores que o tortoise.
  • E claro, o pingüin é bonito pacas!

Conclusão:

Eu gosto de softwares livres, o Windows XP mesmo sendo pago e original apresentava diversas falhas que me causavam bastante trabalho, o Windows Vista é pesado e torra muitos recursos (dos quais eu não tenho), não tive muita opção senão, após pesar na balança me converter ao charme do pingüim. ^^

Outras Opiniões:

Migrei para o Ubuntu


Open Office, Softwares Abertos (Open) e Livres
17 junho 2009, por Edson, às 13:21

aberdeen-liquid_logo Não vim aqui para defender softwares livres e open, apesar de eu apoiar de longe a causa. Digo de longe porque não consegui ainda trocar o Linux no desktop pois ele ainda tem poucos drivers feitos pelas fabricantes, e quando dá pau no Linux para resolver eu não entendo nem de longe (no windows pode estragar do jeito que for que recupero todos os arquivos e reinstalo sem preocupação).

Mas, recentemente pifou meu windows e sinceramente fiquei bem em dúvida. Fiquei pois quase cheguei a conclusão que se eu colocasse o Linux eu aprenderia o que falta, e os programas que eu uso a maioria tem em Linux, as vezes em versões melhores. Então entrei em um momento de reflexão.

Há 15 anos atrás eu tentei utilizar o Linux Conectiva 1 e não passei da tela de instalação, ele encrencou com algum hardware e travou. Alguns anos depois, acredito que uns 4 ou 5 anos eu comprei e tentei usar o Conectiva 9. De fato a instalação era bem melhor, mas apesar de conseguir instalar eu não consegui sequer instalar placa de vídeo.

Naquela época eu usava Windows como OS, Office Microsoft como ferramentas de escritório, MS Paint para edições curtas de imagem, Outlook para Email, Visual Estúdio para Programar, SQL Server como banco de dados, Photoshop/Corel para edições de imagens mais complexas, Internet Explorer 4-6 para navegar, Midia Player para ver filmes e musicas, MSN para conversar como principais programas, alguém ai não notou a semelhança entre eles? Todos pagos.

Agora, 10, 15 anos depois eu utilizo o Windows e Linux (em servidores) para OS, Open Office para ferramentas de escritório, Paint.Net para edições curtas e longas em imagens, Email Thunderbird, Eclipse para desenvolver, MySQL como banco de dados com SQLYog como visualizador, Firefox para navegar, Mídia Player Classic para ver Filmes e músicas e aMSN para conversar. Tirando o Windows na ponta da lista, o resto é tudo livre ou no mínimo open source e com licença de graça. O último que aderi foi o Open Office (OO).

Eu já tinha tentado usar o OO há 5 anos atrás mas me arrependi de tentar. Ele sequer abria direito textos e Clique para ver os formatos suportados para abrirplanilhas básicas. Hoje em dia ele abre tudo, e quando digo tudo é tudo mesmo. A lista de documentos que ele abre ou salva (salvar como) é enumeras vezes mais extensas que o Office da MS.

Ai comecei a refletir do porque desta mudança? Porque softwares open e livres estão chegando a ficar melhores do que os pagos e porque os pagos não estão evoluindo no mesmo rítimo?

É nítido como software livres estão tomando uma força descomunal e só fecha os olhos os que são xiitas de alguma empresa (MS, IBM, Oracle, …)

Eu acredito que por muito tempo o software pago ganhou muita grana até que em um dado momento os usuários (muitos desenvolvedores, desginers, analistas) perceberam que se abrissem uma comunidade para fazer o software a união de vários deles faria um software melhor a longo prazo do que o pago. Claro que isso exigiria um esforço absurdo de uma minoria de usuários e os demais tirariam proveito. Mas alguns usuários autruistas abraçaram a causa.

Porém tem dado certo porque enquanto uma comunidade desenvolve um aplicativo, outra desenvolve outro, e outra outro. De modo que o desenvolvedor que pagaria com 600h anuais de trabalho para ter todos os softwares que ele queria, agora ele trabalha em comunidades 100h por ano e obtem todos os aplicativos de graça. E quem nem é desenvolvedor, ou não quer ajudar também ganha. Isto se tornou tão verdade que passou a ter concorrências entre os softwares livres, Opera Vs Firefox, Guimp Vs Paint .Net, Linux Debian Vs Linux Ubuntu Vs Linux …

Porém se de um lado o software livre e open cresceu, quem diminuiu? Os pagos. Os softwares pagos não tem mais a grana que tinham há 10 anos atrás para desenvolver seus aplicativos. Pior, agora muitos deles como o Internet Explorer (que é de “graça” mas você precisa comprar a licensa do SO pois até onde sei não tem IE para todos os SO) corre atrás dos navegadores free para não ficar para trás. O IE mais novo ( IE8) só agora passou no Acid Test 2 (que mede qualidade do navegador de acordo com padrões WEB), enquanto seus rivais já atingem mais de 50% (alguns até 100%) no teste do Acid Teste 3 há mais de 2 anos.

Outro fator do impulso do Software Livre foi a experiência adquirida e aprimorada nessas 2 décadas com softwares comunitários. Muitos aplicativos livres hoje em dia tem conselhos e divisões dignos de uma corporação e a coisa fica tão organizada que chega a dar inveja na maioria dos aplicativos pagos. Do atendimento a descobertas e correções de bugs.

Conclusão:

Acredito que se o uso de aplicativos free e open estão aumentado e os pagos diminuindo, não teremos mudanças futuras diferentes nessa aceleração e queda. Acredito que vai chegar num equilibro onde a maioria dos aplicativos são livres ou de graça e o ganho será sempre com maneiras indiretas como o Google descobriu há muito tempo atrás. Fazendo as empresas, todas elas, mudarem de postura. Pois ou você desenvolve comunitáriamente ou então nasce um concorrente free que te quebra.


Firfox 4 vem ai e vai suportar HTML!!!
14 novembro 2008, por Edson, às 15:11

É isso mesmo você não leu errado, li que o firefox 4 já está em testes. E uma das principais coisas é que ele vai abrir páginas HTML uhuuuuuuuuuuuuul!

o.O

Uai não estou vendo ninguém comemorando? Claro! HTML é o tipo de arquivo que TODO browser abre, desde o netscape e IE1.0.

Mas não é o que a Vivo diz, a  dica foi do Kenzo que me passou um link do Geek42 que por sua vez publicou uma carta da vivo dizendo que o site deles não funciona no Firefox 3 porque o mesmo não aceita abrir arquivos com extensão html.

Pior, só abre no IE, o mais ultrapassado dos browsers. Não funciona nem no Firefox, nem no Opera, nem no Chrome e nem no Safari.

Por estas e outras que a vivo está mais morta que viva ^^


Google Chrome, Primeiras Impressões e Especulações
8 setembro 2008, por Edson, às 1:25

O Google lançou a poucos dias o Chrome, um browser open source. Bom, poderia ser mais um browser se não fosse algums fatores:

  • Chrome é do Google.
  • Em poucos dias ele comeu uma fatia gigantesca do mercado.
  • Ele nasceu compatível com a maior parte dos Sites
  • Ele vai muito bem nos Acid Test
  • Ele tem novo conceito de processos separados.

Browser do Google

A maior parte dos browsers são melhores do que o Internet Explorer, mesmo assim os usuários insistem em utilizar o browser que vem no sistema operacional. Nem atualizar para o IE 7 eles fazem. Agora o Google tem o dom de conseguir convencer as pessoas a instalar porcarias no pc deles, as pessoas (sabe lá porque) confiam no Google.

Crescimento

O que isso significa? Que com o tempo é bem provável que ao vir o pc, ou o técnico instalar os softwares para o usuário leigo, o próprio usuário exija o browser Chrome. E ai, fim do IE. Isso em si só já é uma tremenda vantagem, principalmente quando as páginas abrem tranquilamente no Safari e Chrome mas emperram em erros criados pelo IE.

Compatibilidade

O Google foi esperto mais uma vez, ele criou uma maneira de testar o browser para verificar se ele se abre corretamente as páginas mais visitadas da WEB. E ninguem melhor do que o Google para saber quais são elas. Desse modo, diferente dos outros browsers, ele chegou já razoavelmente estável. Pois ele foi testado “mecânicamente” com os sites que visitamos, não precisou esperar os próprios usuários reportarem erros.

Acid Test

E se ele é tão compatível como o Safari (ambos usam mesma engine), então já é uma boa notícia já que o Safari abre mais corretamente os diversos sites do que o IE. Prova disso é que o Chrome passa em mais da metade do Acid Test 3 enquanto até hoje o IE7 não passa sequer do Acid Test 1. Apenas o IE 8 vai conseguir passar do 1 e 2, e sabe-se lá quando ele vai conseguir sequer abrir o 3.

Processos Separados

O Chrome tem processos separados. Por um lado é ruim, pois significa que cada nova página é um processo a mais comendo recursos mas isto é muito melhor que um único processo se perdendo no software e uma aba comendo recurso da outra. Ponto novamente para o Chrome. Mas vou além, esse é o primeiro passo para transformar a Internet que conhecemos hoje em algo a mais, um verdadeiro sistema operacional remoto.

Sistema Operacional Remoto

Uma coisa que o Google sacou desde o gmail e nunca mais parou é de que não se precisa mais de aplicativos rodando no cliente, tudo pode ser remoto. Do Wordm, Excel até jogos! O Google descobriu isso com o gmail que hoje é o melhor software de email que conheço (e bate de longe softwares locais cmo Outlook Express que vem com o Windows). Depois fizeram o Google Docs com editor de textos e planilha, e não pararam ai. Imagina um mundo onde o Sistema Operacional não importa, basta instalar um browser e você tem todos os programas que você precisa, esse é o mundo que o Google quer criar.
Se o Sistema Operacional passa a ser um coadjovante e o browser o personagem principal, nada mais interessante do que entrar nesse mercado. Esse é o motivo da investida da Google, e é por isso que o Chrome da atenção especial a desenvolvedores, tem um processo para cada aba e diversas melhorias para estabilizar programas feitos em browsers.
Por esse motivo a janela do Google Chromne é tão ausente de sujeira visual e tem tanto espaço dentro dela para os sites. Pois o objetivo é que dentro de todo esse espaço os aplicativos rodem tal como rodamos aplicativos em janelas no sistema operacional windows ou linux. Sem nada para atrapalhá-los.

Jogos

Um dos grandes entraves na minha opinião para mudar de Windows para Linux é que os jogos não tem compatibilidade com diversos sitemas operacionais, nem as placas de vídeo. Infelizmente os jogos são feitos para Windows e ficamos atados ao padrão IBM-PC/Windows.
Porém com um sub-sistema-operacional rodando no browser já se especula que os browsers passarão a se comunicar diretamente com as placas de vídeo. E desse modo o SO não terá nenhuma participação em rodar o jogo, e ai tanto faz se é Linux ou Windows. Algumas empresas irão tentar segurar as coisas como estão para reduzir gastos por mudança de plataforma, mas a medida que eles ganharão concorrentes será inevitável.

Quem Ganha, quem perde?

Quem ganha são os usuários, com um sistema operacional remoto poderemos ter acesso a dviersos softwares, muitos de graça, e não ficarão atados ao computador. Não nos preocuparemos mais com espaço em HD, não teremos que ficar carregando arquivos de um lado para o outro, pois tudo vai estar interligado.
Quem perde é a Microsoft (MS), pois ela é a maior vendedora do mundo de sistema operacional (SO). Porém se o SO foi rebaixado para ator secundário, porque você precisa trocar o seu? Você passará a se preocupar em trocar de browser e não de sistema operacional. Aliás, dará para usar até linux se quiser se livrar do seu SO Windows. Por isso, ou melhor, com medo disso a MS já anunciou um substituto para o Vista que justamente tentará competir com esse novo modelo que surgiu agora. Porém eles chegarão tarde, e chegarão caros, enquanto o Google chega cedo, e chega de graça.

Firefox

Eu ainda continuo usando o FX, ele é bem melhor que o IE e apesar de ser pior do que o Safari para interpretar as páginas ele tem mais plugins. Mas provavelmente não vai demorar muito e estarei migrando para o Chrome assim que a comunidade do Chrome crescer. A menos que o FX aproveite as novas tendências levantadas pelo Chrome e evolua, alias, coisa que nunca foi um problema para a raposa.


I.E. 6 é uma desgraça ou I.E. em geral?
30 agosto 2008, por Edson, às 12:39

Tchelo é um amigo meu e é designer e fã da Micro$oft (talvez ele não admita ^^) mas ele é daqueles tipo de cara que vai contra todos os avisos dos amigos e compraria um videogame X-Box (também chamado de George Foreman Grill ). Ele é do tipo de pessoa que tem até mouse da Microsoft mas enfim, não é para malhar o Tchelo, porque defeito todos temos e as qualidades é que são importante ^^, e estas ele tem muitas, entre elas ele é um exelente designer.

Mas voltando (ou entrando no) ao assunto, o incrível é que ele me mandou um email pedindo para entrarmos numa campanha contra o Internet Explorer (I.E) 6. Ele argumentou que esse dinossauro só sobrevive porque nós (designers e desenvolvedores), continuamos a corrigir os bugs do I.E. 6 para que os sites tenham suporte para esta tranqueira.

Na Internet, acima de tudo com a Web 2.0 o IE.6 ainda é o navegador mais usado.

Aqui mesmo no Casal10 mais da metade dos usuários usam o IE e a maioria ainda o IE6 . Já o FX obedece o óbvio, mais da metade dos que utilizam a raposa já trocaram para a última versão do FX (FX3).

Meu amigo acredita que isso é porque existe um esforço nosso em alterar o layout para corrigir bugs do IE 6. Mas eu acredito que também é porque muitos usuarios de Windows utilizam sistema operacional pirata e não conseguiram atualizar para IE7. Meu amigo Tchelo também me lembrou de algums dados interessantes, a maioria estão abaixo e depois eu tenho os meus motivos para não usar o 6 e nenhum outro IE.

O IE 6 é mais velho que o primeiro iPod
O IE 6 é mais velho que o Windows XP
O IE 6 é mais velho que o Nintendo Gamecube!
O IE 6 é mais velho que o primeiro HALO!
O IE 6 é mais velho que o Jack Bauer!

Mas eu vou mais longe, abaixo algums boms motivos para não usar o IE.

1º Motivo, Atualizações

Vou retomar um pouco da história. No início era Netscape, dominavam o mercado. Porém era instavel mas era melhor que o IE. Quando surgiu o IE4 eu e muitos usuários trocaram o netscape por IE. Até a chegada do FX, que veio ao mercado com o conceito de abas e isso foi quando? Em 2005!!!!

Inacreditável? Sim, em apenas 3 anos o Firefox dominou 44% dos meus usuários e teve e 3 versões!!!! Versões que digo são versões grandes, porque correções saem todos os meses.

2º Motivo, Png Transparentes, o Problema Continua

Já no Firefox 1 era aceito png transparente, abas, tamanhos limitadores de elementos html, entre outros. O IE levou 3 anos para colocar png transparente!!! Pior, emula PNG transparente. Abra o site:

Teste de PNG transparente

Se você ver ele mover maciamente, sem travar. É porque você não é um infeliz usuário de IE, e muito provavelmente é um usuário de FX, Safari, Opera ou qualquer outro browser decente. Como funciona? O Firefox carrega a imagem de fundo e um PNG por cima, cada ponto da imagem do png pode ter uma cor que varia entre 1 milhão de diferentes de cores e uma quantidade de 0 a 255 de transparência.

O FX carrega a imagem de fundo e a mascara com transparencia, ele manda para a placa de vídeo ambas as imagens e coloca a imagem de saida.

O IE (apenas a partir do 6, pois o 5 não carrega transparência de jeito nenhum) carrega a imagem de fundo e a mascara, carrega um componente de interface do IE com dlls, carrega o direct X (DX), manda pro DX ambas as imagens, o DX manda pra placa de vídeo ambas as imagens que devolve uma imagem para o DX, que devolve para o IE que substitui a imagem de background pela recebida.

Ou seja, se você deseja fazer um site onde tem coisas se mexendo com fundos transparentes e quer que fique bonito em todos os browsers, esquece, use flash. Porque o IE não vai te deixar em paz. Para o IE, browser é para mostrar textos, imagem é coisa de fresco.

3o Motivo, min-height, min-width, max-height e max-width

Desde o FX1 que ele aceita as propriedades acima, elas são utilizadas para que algo na tela não exeda um determinado limite. Exemplo: Digamos que eu quero que uma area de texto no site apareça apenas em 50% da tela, em todos os browsers (Opera e Safari inclusive, IE óbvio que não ^^) eu faço assim:

<div style=”max-height:50%;max-width:50%”>
Isso nunca passará de 50% da tela.
</div>

<div style=”min-height:50%;min-width:50%”>
Isso nunca será menor que 50% da tela.
</div>

Já no IE (qualquer versão)  ….

<div id=”div1″>
Isso nunca passará de 50% da tela.
</div>

<div id=”div2″>
Isso nunca será menor que 50% da tela.
</div>
<script>

var Hsize = window.screen.availHeight;
var Wsize = window.screen.availWidth;

setMinHeightPercentByID(’div1′,50);
setMinWidthPercentByID(’div1′,50);
setMaxHeightPercentByID(’div2′,50);
setMaxWidthPercentByID(’div2′,50);

function isIE(){
return (navigator.appName == ‘Microsoft Internet Explorer’);
}

function setMinHeightPercentByID(elementID,percent)
{
element = window.document.getElementById(elementID);
if(isIE())
{
if (getSizeFromPixels(element.style.height) < ((Hsize/100)*percent))
{
element.style.height  = ((Hsize/100)*percent);
}
}
else
{
element.style.minHeight =((Hsize/100)*percent);
}
}

function setMaxHeightPercentByID(elementID,percent)
{

element = window.document.getElementById(elementID);
if(isIE())
{
if (getSizeFromPixels(element.style.height) > ((Hsize/100)*percent))
{

element.style.height  = ((Hsize/100)*percent);
}
}
else
{
element.style.maxHeight =((Hsize/100)*percent);
}
}

function setMaxWidthPercentByID(elementID,percent)
{
element = window.document.getElementById(elementID);

if(isIE())
{
if (getSizeFromPixels(element.style.width) > ((Wsize/100)*percent))
{
element.style.width  = ((Wsize/100)*percent);
}
}
else
{
element.style.maxWidth =((Wsize/100)*percent);
}
}


function getSizeFromPixels(pixels)
{
if(pixels==”")
{
pixels=0;
}
else if(pixels.indexOf(”px”))
{
pixels = parseInt(pixels.replace(”px”,”"));
}
return pixels;
}</script>

E pode se preparar para corrigir algums bugs, pois uma coisa é uma função criada por mim, outra é uma funcionalidade embutida no navegador que é testada por centenas de milhares de usuários. Ou seja, é mais fácil mudar o layout.

Outras propriedades importantes como position:fixed estão faltando no IE, gambiarras existem para tentar resolver o problema do navegador, como o exemplo :
howtocreate

Depois reclamam com os desenvolvedores de web sites do porque existem tantas gambiarras no código, tsc, tsc…
3o Motivo, coerência

Eu uso a biblioteca prototype em jscript para fazer algums efeitos. Em dado ponto do código eu chamei uma função (Window.show() ) que funcionou bem em todos os browsers, menos? Alguém sabe, alguem sabe? IE é claro!

A função não funciona dentro da página, apenas se chamada no final do HTML, isso porque o IE aparentemente começa a executar os scripts antes de terminar de baixar a página inteira. Para piorar o erro era tão escroto, que dizia “A página (nome da sua página) não pode ser aberta” e fechava a janela!

OK, como resolvi? Utilizei uma função para chamar a página depois que ela fosse carregada inteira. Para isso coloquei a linha abaixo:

setTimeout(’Window.show()’,15000); //150000 é 15 segundos

Como nesse caso eu não me importava de abrir a janela muito tempo depois, ok. Mas ai atiçou uma curiosidade, qual seria o limite?

Baixei para 5000 (5 segundos) e funcionou. Fui baixando, baixando e …. pasmem! Ficou assim!

setTimeout(’Window.show()’,0); //O idiota do IE não sabe executar na hora, mas se você agenda para zero segundos ele entende.

Outro exemplo:

Tente escrever o código:

document.writeln(’</script>’);

e povavelmente você vai ter um erro no IE, não somente esse, mas vários com </ e algumas coisa.
Pois é, sei que tá dentro de uma string, que o itnerpretador dele deveria saber, mas IE é burro.
Para sair dessa você precisa se adaptar ao IE e escrever de maneira porca:

document.writeln(’<’ + ‘/’ + ’script>’);

Se eu desenvolvo o aplicativo no FX e depois olho como ficou no IE, nunca dá certo. Pois sempre fica uma merda. Tenho que ou fazer e olhar nos dois. Porque o que funciona no FX funciona também no Opera, Safari etc, mas o que funciona no IE, só deus entende.

4o Motivo, Quero Saber….

Imagine a situação que você deseja saber dados sobre plugins do usuário. Vou usar o java como exemplo. O FX dá a informação. Então se você quiser por exemplo, saber se tem Java instalado e a versão, pronto, 2 linhas de código e você sabe. Se ele não tiver Java você dá o link para ele. Abaixo o código em FX e demais FX:
1. if (navigator.mimeTypes && navigator.mimeTypes.length) {
2. x = navigator.mimeTypes['application/x-java-jnlp-file'];
3. if (x) javawsInstalled = 1;
4. }

E no IE?


function checkPlugin(){
var r = detectIE(”8AD9C840-044E-11D1-B3E9-00805F499D93″,”java”);
alert(”RESULT = ” + r);
}

function detectIE(ClassID,name){
result = false;
alert(ClassID);
document.writeln(’<script language=”VBscript”>’);
document.writeln(’\n on error resume next \n result = IsObject(CreateObject(”‘ + ClassID + ‘”))’);
document.writeln(’msgbox(IsObject(CreateObject(”‘ + ClassID + ‘”)))’);
document.writeln(’</scr’ + ‘ipt>’);
if (result)
return name+’,';
else return ”;
}

5o Acid Test

Existe um teste para verificar a estabilidade dos componentes. Boms browsers sabem exatamente o lugar que deve desenhar um componente. Browsers ruims, desenham componentes com bugs de posição que fazem a vida dos desenvolvedores um inferno.

O Acid Test 2 realiza um teste rápido e o resultado em um browser bom é exibir uma cara sorridente. O link Acid Reference 2 mostra como deveria ser exibido a tela. Se você não enxergar uma cara sorridente com o primeiro link é porque você deve ser o infeliz usuário de um browser Internet Explorer versão 7 ou inferior. Na realidade o Internet Explorer até hoje não conseguiu passar 100% no teste do Acid Test 1. A versão 8 FINALMENTE corrige esses bugs de floating e consegue passar no teste do Acid Test 1 e 2, porém está muito, mas muito longe de passar no teste do Acid Test 3 que avalia Ajax, CSS3, DOOM2 e outras features de Web 2.0
No Acid Test 3 o IE (qualquer versão) nem abre. Já o Safari passa em 99% dos testes, e o Firefox em 73% dos testes e o Opera em 100%. A página de como deveria ficar o Acid 3 está em refenrecia do Acid Test 3

Abaixo mais informações sobre o 3o Acid Test e o desempenho de todos os browsers mais populares do mercado.
Wikipidia Acid Test 3

6o Motivo, Segurança e Atualização

No FX quando descobre-se um bug de segurança, leva em média 24 horas para sair uma correção. No IE a maioria dos bugs levam semanas, as vezes meses! Isso se tratando de segurança, agora pense nos menos urgentes.

O IE 7 trás várias vantagens que o FX já tinha desde a versão 1.7. Agora o FX lançou o FX 3 e já está em testes o FX 4, e o IE? O IE está no 7 cheio de bugs, estão testando a versão 8 que deve resolver bugs que o FX não tem desde a versão 1.7 (como o Acid Teste do exemplo 6). Porém, enquanto estão fazendo o IE 8 para os sites abrirem parecido como  que abria no FX 1.7 o FX já tá fazendo testes no FX 4.

E por último e 7o motivo para não usar nem o IE 6 e nem o 7, digite no google:

“Iternet Explorer trava página”

e você terá 1.320.000 ocorrências.

Diogite:

“Firefox trava página”

e você terá 134.000 ocorrências.

Por todos os motivos acima e muitos outros, eu sou a favor de matar o IE e entrar na campanha do site :

O IE Death March!

Porém mais ainda, sou a favor de exterminar o IE de vez. Nada causa tanto desgaste aos desenvolvedores do que dar suporte a esses browsers da MS.

A minha esposa até criou um grito de guerra:
“Eu odeio o IE, êêêêêêêêêêêêêêêêêêê!”

É isso ai pessoal, até a próxima =D


Review FX3- Firefox renasce
4 junho 2008, por Edson, às 14:47

Bom, muitos lembram da minha crítica ao FX2 há um mês (http://casal10.evonblogs.com.br/?p=99). Pois bem, um dos leitores me sugeriu o FX3 Beta, eu aceitei, instalei e adorei.

O FX3 não somente resolveu o problema de congelamento, como até o momento não me decepcionou em nada. Ele tem uma barra de endereços bem mais inteligente, um sistema de favoritos mais inteligente, um sistema de memória para senhas mais inteligente, na realidade ele é beeeem mais inteligente. Também está bem mais estável, o sistema de sessões está mais confiável, trava menos, ocupa menos memória RAM e ainda por cima está mais charmoso. Resumo, tudo de bom =)

Quem quiser ser avisado para o lançamento oficial do FX3, pode usar o seguinte ao lado.
Download Day

Através desse link, você cadastra seu email e é avisado quando sair o FX3, além disso estão em campanha para tentar bater o record mundial do software mais baixado em 24h. Eles avisarão a todos para que Todos baixem o software (até quem já tem o FX3 Beta como eu =D ), claro que estou inscrito e vou ajudar. Ah, e curiosidade, o Brasil está em 4o lugar entre os mais inscritos, a única coisa que achei bizarra foi a Polônia estar em 3o, mas tudo bem, coisas da internet ^^

Parabéms aos desenvolvedores do FX3 por esse trabalho, e espero que vençam o record mundial!


Ai que saudades do Firefox 1.0
6 maio 2008, por Edson, às 11:39

O Firefox (FX) revolucionou os browsers, ele usa o conceito de tabs (ou abas) , tem melhor controle de threads, é livre de sistema operacional, tem plugins com comunidade grande para dar suporte, e é mais avançado que o IE. Abaixo eu desmembro cada item.

Abas ou Tabs

Antes do FX surgir, ao usar o IE você era obrigado a abrir umanova instância (janela) do browser para cada página que você fosse ler, se você abrisse 20 páginas, sua barra de tarefas ficava insuportável. Agora no IE7 não precisa mais, isso porque ele copiou o que o FX vem fazendo há mais de 5 anos, o sistema de tabs. Com o sistema de tabs você consegue abrir várias janelas dentro do browser e com isso ficar mais organizado.

Threads

Thread são gerenciadores, quando um programa inicia, várias threads são iniciadas para controlar coisas diferentes. Por exemplo, porque você tem que parar de navegar enquanto se faz um download? Para isso não acontecer, uma thread cuida do download e outras continuam cuidando do browser. Se um programa tem muitas threads ele se torna lento (porque gerenciar as threads não é fácil), se um programa tem poucas threads ele fica travando e bloqueando ações quando algo mais pesado executa.

Por exemplo, se você reparar no IE quando você clica num link, o mundo acabou, nada mais pode ser feito até ele carregar a nova página. No Firefox, até o último segundo ainda é possível clicar em um outro link da tela (isso geralmente vem depois da frase “que merda, cliquei no link errado!”) e em vez dele carregar o link antigo, ele aborta o antigo e carrega o novo. Esse é somente um dos vários exemplos de melhor controle de threads que o FX tem em relação ao IE.

Livre de Sistema Operacional

O FX diferente do IE não está associado a um sistema operacional, então ele tem versões para windows, mas tem versões para quase todas as distribuições de linux e para outros tantos sistemas operacionais. O IE7 passou a ser fornecido apenas para quem usa sistema windows original, eu tenho em meu note porque veio com windows xp mas sei de muitos que pararam de usar o IE7 por conta disso. E se vc usa o IE7 hoje, amanhã pode ser obrigado a comprar o windows vista para usar o IE8, isso é uma coisa que não se precisa se preocupar com o FX.

Plugins

No IE também existem plugins mas como tudo na MS é muito restrito ao SO e poucos tem o controle para fazer tais plugins, já no FX a comunidade que cria plugins é enorme e aumenta a cada dia. Com plugins você pode configurar praticamente tudo no FX. Eu por exemplo não deixo de usar o Tab Mix que me permite configurar como vejo as tabs no browser, Greasemonkey que me permite adicionar e criar scripts para alterar algumas páginas entre outros.

Plugins e Temas

No IE também existem plugins mas como tudo na MS é muito restrito ao SO e poucos tem o controle para fazer tais plugins, já no FX a comunidade que cria plugins é enorme e aumenta a cada dia. Com plugins você pode configurar praticamente tudo no FX. Eu por exemplo não deixo de usar o Tab Mix que me permite configurar como vejo as tabs no browser, Greasemonkey que me permite adicionar e criar scripts para alterar algumas páginas entre outros.

Já com os temas eu posso alterar o FX todo dia se quiser, dando ele o aspecto que eu quiser. Moderno? Cara de MacOS? Retro? Nada é empiocílho, se quiser tem até como fazer o FX ficar com cara de IE (bom tem gosto para tudo).

Principais problemas

Quando o FX começou a ser usado, muitos sites não davam suporte a FX. O FX dava suporte as mais diversas tecnologias, mas os sites eram projetados para ficarem bonitos no IE, muitas vezes para desviar de bugs do mesmo e com isso causando bugs no FX. Hoje não temos mais esse problema e acredito que apenas 1 em 1000 sites não opera bem em FX, numero igual de sites que não operam bem em IE e sim no FX.

Mas se quando o FX estava na versão 1.0 ele tinha esse problema, hoje com o FX 2.0 temos novos e esse é o motivo do título.

Hoje o FX em algums pcs (e não raro) ele começa a congelar, dar freeze. Ele simplesmente para de funcionar, não recebe e nem envia informação, como se a internet estivesse com algum problema. Ao abrir outros programas e até o IE você percebe que o problema na realidade é no FX.

Esse problema passou a acontecer somente com as alterações que vieram com o FX 2.0. A principio até achei que era para forçar os usuários do FX1 migrar para o FX2 mas vi que com o tempo o problema aparecia no FX2 também. Abaixo um vídeo mostrando o problema:

Se consultar no google você vê que não é raro usuários reportarem esse tipo de problema e geralmente vem acompanhado das seguintes falsas correções:

1-)Troque de serviço de banda larga.

2-) Reinstale o FX

3-) Criar um novo profile.

4-) Desinstalar todos os plugins.

5-) Formatar a máquina.

Fui testando uma a uma das “soluções” e posso garantir que nenhuma delas funciona.

Minha primeira impressão, era de que minha banda larga à rádio estivesse fazendo de alguma maneira travar o FX, mas descobri após conseguir o ADSL Speedy de que não era o caso.

Depois (e mesmo antes), reinstalei o FX e mesmo assim o problema tornava a aparecer (ele some por um tempo mas volta).

Ai um amigo meu, o Kenzo sugeriu de apagar meu profile e criar um novo, perdi todos meus plugins nessa e tive um bom trabalho para migrar meu bookmark e resolveu, por pouco tempo, e toda a novela se repetiu.

Depois, o Kenzo me sugeriu ainda de desinstalar os plugins para ver se resolvia. Segui seu conselho e o problema voltou a aparecer tempos depois.

Ai parei de incomodar ele e quando o problema aparecia, eu usava o IE, depois de um tempo o problema sumia e eu voltava ao FX. Até que troquei de pc, máquina, e óbviamente HD. Então fiz o último teste, o da formatação de HD, e mesmo assim voltou a aparecer.

Possíveis causas:

Como o problema ocorre sem plugins, acredito que ele esteja associado a algums scripts. Percebi por exemplo que a trava acontece mais comumente após acessar o gmail, ou sites que tenham a propaganda google embutida (como o casal10). Mas a culpa são de falhas de script, logo é do google (por exemplo) ?

Não, um script inválido não deveria ser responsável por causar dano ao browser, sessão ou profile, no máximo a página, dar um erro e depois do aviso voltar ao normal (mesmo que a página não seja impressa). Um erro num único script dar esse tipo de erro no browser é fruto sem dúvidas de uma falha GRAVE do FX. É como se o sistema operacional, tivesse uma falha que um erro num software travasse o computador, e depois que o mesmo fosse reiniciado o sistema operacional não abrisse mais.

Outra possibilidade é ter mais de uma causa, e ela estar associado além de scripts, também a plugins. Nesse caso, o problema é ainda mais grave mas não muda o fato de que, um plugin não poderia ter poder de danificar o browser a ponto de fazer ele parar de trabalhar. No máximo o FX deveria identificar isso e uma mensagem alertar o usuário de que o plugin foi desativado por falha.

E se dar uma googlada não existe nenhuma solução oficial vinda da equipe do Mozila, apenas dicas que se mostrarão inúteis com o tempo dando as sugestões que muitos usuários já perceberam que resolve apenas por hora.

Será que o FX3 vai nos salvar desse problema?

PS: Após o comentário do leitor ufa decidi testar o FX3, até o momento sem travas e comendo metade da memória que o FX2 comia, será o fim dos meus problemas? Não percam os próximos capítulos dessa intrigante história ;)